contador ERNANI - CRONICAS E POESIAS E SONETOS

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

 

            



INDÍGENAS NO XINGU PARAENSE DENUNCIA INVASÃO DE TERRAS E QUEIMADAS 

 

     Territórios registram altos números de focos de calor em setembro, após área desmatada mais que o dobro em 2019. Com presença crescente, invasores apostam na regularização, inclusive loteando áreas dentro das reservas.

     Das cinco terras indígenas (TIs) que mais queimaram em setembro no Pará, quatro estão na bacia do rio Xingu, somando 83% dos focos de calor nesse tipo de área no estado. As TIs Kayapó (do povo mebêngôkre kayapó), Apyterewa (dos parakanã), Cachoeira Seca (dos arara) e Trincheira Bacajá (dos xikrin) têm também altos índices de desmatamento: em 2019, estavam nas primeiras posições, em toda a Amazônia.

     O grande número de queimadas deste ano acompanha o aumento exponencial do desmatamento em 2019, quando a área de floresta derrubada nas quatro terras indígenas mais que dobrou em relação ao ano anterior. O fogo completa, assim, o ciclo do desmatamento, iniciado com a retirada da floresta.

     Os dados de desmatamento e queimadas nesses territórios tradicionais e os relatos dos indígenas indicam uma relação entre o aumento da presença de invasores com um aumento da retirada de mata e focos de fogo, que ameaçam os povos indígenas do Xingu.

     Veja o mapa interativo do InfoAmazonia

     Mais de 60% dos focos de calor registrados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em terras indígenas localizadas no Pará, entre 1o e 30 de setembro, foram na TI Kayapó, que tem 3,2 milhões de hectares.

     Segundo Bhepnhoti Athydjare Kayapó, da Associação Floresta Protegida, as queimadas que invadem o território vêm principalmente de fazendas de gado do lado de fora. "O fogo entra e começa a se alastrar onde é mata fechada, não tem como ninguém apagar esse fogo. Agora tá começando a chover, aí tá diminuindo”, conta o Kayapó.

     Dentro da TI Kayapó, há ainda focos próximos de áreas de garimpo, não pela atividade mineradora em si, mas por serem locais que passam a ser desmatados, povoados pelos garimpeiros, que por vezes se utilizam do fogo no entorno de seus acampamentos.

     Apyterewa tem alta densidade de focos.

Nos últimos sete dias, entre 24 e 30 de setembro, é a TI Apyterewa, de 773 mil hectares, que ocupa o topo dos casos de fogo (46,8% do total em TIs do estado, no período). Os maiores causadores das queimadas são invasores, principalmente pecuaristas, que provocam uma série de danos ao território.

     Nos últimos sete dias, entre 24 e 30 de setembro, é a TI Apyterewa, de 773 mil hectares, que ocupa o topo dos casos de fogo (46,8% do total em TIs do estado, no período). Os maiores causadores das queimadas são invasores, principalmente pecuaristas, que provocam uma série de danos ao território.

     "Queimada, tem muito. Garimpo tem muito. Invasor novo tem demais também. Tão derrubando e queimando a floresta”, relata a liderança Temekwaryyma Parakanã, da aldeia Xaytata.

     As aldeias da Apyterewa ficam na beira do rio Xingu, no igarapé Bom Jardim e na área do Paredão. Os parakanã têm plena posse de apenas 20% da terra indígena. Na maior parte do território, estão invasores que instalam vilas, grilam terras, retiram madeira, abrem lavras ilegais de garimpo e áreas de pastagem para gado.

     Entre os invasores, há também colonos usados por fazendeiros e madeireiros para ampliar a apropriação não indígena do território. "As pessoas que tão lá, tão loteando a TI Apyterewa. Há muito tempo, a luta é pra que tenha a desintrusão da TI”, diz o indígena Xokarowara Parakanã.

     A desintrusão da Apyterewa, que significa a retirada de não indígenas, era uma das condicionantes para a instalação da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Além do afastamento dos invasores não ter sido cumprido, a ameaça ao território é reforçada por decisões como a tomada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que abriu possibilidade para uma ‘conciliação' entre a União e invasores que contestam a demarcação da terra.

     Enfrentando diversos conflitos, a TI Trincheira Bacajá, com 1,6 milhão de hectares, tem invasores em três áreas principais: uma no município de Pacajá, outra ao lado da TI Apyterewa e outra perto da TI Ituna-Itatá (terra indígena mais desmatada na Amazônia em 2019). As invasões na Trincheira Bacajá envolvem casos de grilagem e revenda de terra, além da presença de fazendas de gado e produções agrícolas, como de cacau.

     "Nossa aldeia é pertinho dos invasores. Já desmataram muito. E nós ficamos vendo fogo e fumaça perto de nós”, conta Bekoro Xikrin, da aldeia Kenkro.

     "São os invasores que tão tocando fogo na floresta. Porque, nós, indígenas, a gente controla. A nossa roça, a gente controla. Na hora de tocar fogo, a gente faz um aceiro, fica controlando pro fogo não passar pra floresta. A gente controla. Agora, eles, não. Tão tocando fogo aí adoidado. São os invasores que tão tocando fogo”, reitera Bebere Bemarai Xikrin, presidente da Associação Instituto Bepotire Xikrin.

     Segundo os xikrin, invasores já foram retirados da TI pelos próprios indígenas, pelos órgãos públicos em ocasiões anteriores, mas eles sempre voltam. Há uma base no território, instalada pela Norte Energia, também como condicionante de Belo Monte, mas sem a presença de agentes da lei, apenas com vigilantes contratados, que, no máximo, registram o que ocorre. Ultimamente, por conta da pandemia do novo coronavírus e de ameaças sofridas, os xikrin têm evitado ir a essas áreas invadidas. Eles reivindicam que o Estado atue para resolver a situação.

     Já na TI Cachoeira Seca, de 734 mil hectares, a presença de não indígenas é anterior à criação do território, estabelecida como compensação de Belo Monte. Lá, o fogo tem relação com a presença crescente da pecuária. "O principal problema da TI

Cachoeira Seca é a invasão para criação de gado de grandes pecuaristas. Grandes “madeireiros e políticos dos municípios também estão investindo em gado dentro da TI”, revela um agente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que já atuou na região. No território dos araras, foi instalada, recentemente, uma base fixa do órgão, na tentativa de inibir mais invasões e práticas criminosas.

     Agentes públicos encontraram cerca de um milhão de metros quadrados tomados por garimpeiros dentro da Terra Indígena Apyterewa.

     Os relatos ouvidos pelo InfoAmazonia indicam que, embora as pressões sobre as terras indígenas na porção paraense da bacia do Xingu sejam antigas, essa recorrência de invasões e prática de ilícitos no interior dos territórios protegidos dos povos tradicionais se intensificou durante os governos Michel Temer e Jair Bolsonaro.

     Aumento exponencial

     Os dados do Prodes/Inpe evidenciam o avanço desenfreado nos incrementos de desmatamento nas TIs Cachoeira Seca, Apyterewa, Trincheira Bacajá e Kayapó. Enquanto, em 2017, elas tiveram 32 km² de área desmatada, a extensão suprimida passou para 94 km², no ano seguinte, e 201 km², em 2019.

Em um ano, o fenômeno quadruplicou no território dos parakanã, passando de menos de 20 km² de novos desmatamentos, em 2018, para 85 km², em 2019. De toda a área já desmatada na TI, mais da metade (54,69%) foi aberta nos últimos cinco anos, corroborando os relatos de aumento exponencial da velocidade de invasão e atos predatórios no território.

As quatro TIs citadas estão entre as áreas protegidas que formam o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, garantindo conectividade e resiliência à floresta.

     "Esse é um corredor que tem terras indígenas e unidades de conservação. As terras indígenas são a maior parte desse território, e são as áreas mais e melhor conservadas. A gente afirma, com toda a clareza, que, nos lugares onde tem povos fazendo uso tradicional do território, tem floresta”, diz Biviany Rojas, coordenadora do Programa Xingu, do Instituto Socioambiental (ISA).

     "Isso mudou, de dois anos pra cá, porque há uma contraofensiva de ocupação de terras indígenas sem precedentes, e os povos indígenas estão sendo acuados. Na Apyterewa, os parakanã têm feito tentativas de criação de novas aldeias em áreas que eles já não conseguem fazer, porque estão totalmente ocupadas. Talvez a Trincheira Bacajá seja o caso mais claro desse ataque às terras indígenas, dessa coisa que começou em 2018 e, com o início do governo Bolsonaro, parece que teve uma permissão que, de fato, autorizou a entrada nos territórios”, comenta Rojas.

     Em todo o país, segundo o relatório do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), divulgado esta semana, o número de casos registrados de invasões em terras indígenas saltou 134%, em 2019.

     Descontinuidade de ações

     Para tentar enfrentar a situação descontrolada, há um ano, a Polícia Federal realizava na Apyterewa ações da operação Azougue, que inutilizou máquinas e apreendeu mercúrio, ouro e munições no garimpo denominado Pista 2, de cerca de 1 milhão de metros quadrados. Ninguém foi preso durante a operação.     Em abril deste ano, uma operação do Ibama flagrou estruturas de acampamento e escavação, além de maquinário pesado vigiado por guarda armada.

     A falta de ações continuadas de fiscalização compromete o combate à entrada de invasores e atividades irregulares nas TIs. "Você faz o trabalho.   Quando vira as costas, você perde todo o trabalho que fez. Por isso que a presença constante é necessária. São quadrilhas que estão envolvidas por trás disso. Se você não consegue ficar, não consegue avançar na investigação”, explica o agente do Ibama.

     O Ministério Público Federal (MPF) informou, em nota, que vem emitindo recomendações, desde o ano passado, para que o Ibama realize ações de fiscalização e contenção do avanço do desmatamento em terras indígenas e unidades de conservação no Pará, além de fiscalizações em garimpos clandestinos nas terras indígenas Trincheira-Bacajá, Apyterewa, Ituna-Itatá e Cachoeira Seca.

     Segundo a nota, o MPF também atua contra o desmonte da política de fiscalização ambiental, "que identificamos como causa principal desse incremento significativo do desmatamento, das invasões e queimadas em terras indígenas”. Um dos exemplos dados é a série de ações que motivaram a suspensão da instrução normativa n° 9, da Fundação Nacional do Índio (Funai), que liberava o registro de grilagem em terras indígenas ainda não homologadas pelo governo federal.

 

https://www.google.com/search?q=TRATORES+BLINDADOS+EM+TERRAS+IND%C3%8DGENAS&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=TRATORES+BLINDADOS+EM+TERRAS+IND%C3%8DGENAS&aqs=chrome..69i57.15634j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

 Relatório aponta que 99% do desmatamento no Brasil em 2019 foi ilegal.

Levantamento inédito mostra que áreas mais atingidas são a Amazônia e o Cerrado. Cerca de 11% dos alertas foram registrados em unidades de conservação e quase 6% em terras indígenas.  

 

https://www.dw.com/pt-br/pandemia-avan%C3%A7a-na-amaz%C3%B4nia-e-amea%C3%A7a-povos-ind%C3%ADgenas/a-53787765

 

Uma tragédia está em curso nas áreas mais remotas do Brasil: coronavírus se espalha rapidamente por aldeias e mata mais de 260 indígenas. Falta de plano do governo e presença de invasores aumentam drama.  

 

Mineração em terras indígenas pode causar prejuízo anual de US$ 5 bi, diz estudo.

Levantamento aponta que projeto de lei ameaça cerca de 860 mil km² de Floresta Amazônica, cuja devastação impactaria cadeias produtivas e regime de chuvas, com efeitos negativos para outras regiões e para o agronegócio.  

 

Relatório mostra disparada na violência contra indígenas

Estudo aponta intensificação e diversificação das formas de expropriação do território indígena em 2019, primeiro ano de Bolsonaro. Invasões e ataques mais que dobraram na comparação com 2018.  

Data 02.10.2020

     Autoria Guilherme Guerreiro Neto/InfoAmazonia

     Assuntos relacionados Especial Amazônia, Amazônia   

 

     Comentário:         

     Os índios brasileiros estão ameaçados de extinção pela COVID-19 e pela política de extermínio do ministro Ricardo Salles e do presidente Jair Messias Bolsonaro, atualmente muitas tribos que eram populosas e sadias agora são pequenos grupos de pessoas em situação de miséria social, desnutridas e doentes, os rios estão envenenados com mercúrio e as matas (flora e fauna) foram dizimadas pelo fogo. Os índios estão sem caça e sem pesca, estão a mercê de um governo que não se importa com as nações indígenas. Os índios estão vivendo de favores como mendigos. E a humanidade e as autoridades internacionais não estão nem aí para esse genocídio ambiental e social. Que a floresta Amazônica, o Pantanal, os Cerrados e os índios que se explodam nas ações governamentais. O governo achou pouco o que vem fazendo com as florestas e os índios, estão agora, querendo destruir os manguezais e as restingas. É o fim do Brasil falido, sem eira nem beira, tudo nas mãos dos estrangeiros.

 

https://www.dw.com/pt-br/justi%C3%A7a-suspende-decis%C3%A3o-de-salles-que-revogou-normas-ambientais/a-55098858?maca=pt-BR-Facebook-sharing&fbclid=IwAR1OlGu9oy4pDjsN-KntXU0WaZr1goeRusPig0RiqKjoEUAyx65OWdZS5Dg

 

Ernani Serra

 

Pensamento: O tempo dirá quem vão ser os verdadeiros réus.      

Ernani Serra

 

 

 

domingo, 4 de outubro de 2020

 

       

Humanos sobreviverão a sexta grande extinção?

    

     Estudo descobre que espécies têm desaparecido a uma taxa alarmante. A autora Elizabeth Kolbert comenta em entrevista questões sobre a nossa sobrevivência.

     No último meio bilhão de anos, a vida na Terra foi quase extinta cinco vezes - por eventos como a mudança climática, a intensa era do gelo, os vulcões e aquela rocha espacial que atingiu o Golfo do México há 65 milhões de anos, devastando os dinossauros e um grupo de outras espécies. Estes fatalidades estão dentro do que é conhecido como as Cinco Grandes extinções em massa, e os sinais sugerem que estamos agora no precipício de uma sexta.

     Exceto que, desta vez, não temos ninguém além de nós mesmos para culpar. De acordo com um estudo publicado na semana passada no Science Advances (em inglês), a atual taxa de extinção pode ser mais de cem vezes maior do que o normal - e isso só leva em conta os tipos de animais que conhecemos. Os oceanos e as florestas da Terra hospedam um número incalculável de espécies, muitas das quais provavelmente desaparecerão antes mesmo de as conhecermos.

     O livro da jornalista Elizabeth Kolbert Sexta Extinção, A: Uma História Não Natural ganhou o Prêmio Pulitzer deste ano na categoria não ficção geral. Conversamos com ela sobre o que esses novos resultados podem revelar para o futuro da vida neste planeta. Existe alguma chance de frearmos essa enorme perda de vidas? Os seres humanos estão destinados a tornarem-se vítimas de nossa própria imprudência ambiental?

     O novo estudo que gerou tanta conversa estima que até três quartos das espécies animais pudessem ser extintas junto a várias vidas humanas, o que soa incrivelmente alarmante.

     Sim. Esse estudo está observando grupos de animais bem estudados. Eles se restringiram a vertebrados - como mamíferos e pássaros e répteis e anfíbios - e disseram, OK, vamos ver o que realmente está acontecendo. E documentam de forma muito convincente que as taxas de extinção já eram extremamente elevadas no ano de 1500, e estão apenas ficando piores.Eles são números muito altos, e as pessoas estão se acostumando com isso. Crianças que nasceram 10, 20 anos atrás cresceram toda sua vida com esses números. Elas realmente não pensam que isso é muito estranho.

     As pessoas têm debatido se estamos realmente na agonia de uma sexta extinção em massa. Qual é sua opinião?

     Para ser honesta, esse é um daqueles debates em que acho que estamos nos concentrando na coisa errada. Quando tivermos respostas definitivas para essa pergunta, é possível que três quartos de todas as espécies na Terra possam ter desaparecido. Nós realmente não queremos chegar ao ponto em que definitivamente podemos responder a essa pergunta.

     O que está claro, e o que está além da disputa, é que estamos vivendo em um tempo de taxas de extinção muito, muito elevadas, na ordem que você veria em uma extinção em massa, embora uma extinção em massa possa levar milhares de anos para acontecer.

     Existem habitats, espécies ou grupos de animais que você considera que são especialmente vulneráveis às mudanças que estão acontecendo?

     As populações insulares são muito vulneráveis às extinções por duas razões. Elas tendem a viver isoladas. Uma das coisas que estamos fazendo é remover as barreiras que costumavam manter as espécies insulares isoladas. A Nova Zelândia não tinha mamíferos terrestres. Espécies que evoluíram na ausência de tais predadores eram incrivelmente vulneráveis. Um número assombroso de espécies de pássaros já foi perdido na Nova Zelândia, e muitos dos que permanecem estão em sérios problemas.

     Assim, os lugares que foram isolados por muito tempo são muito vulneráveis. As espécies que têm alcance muito limitado, que existem apenas em um ponto no mundo, tendem a ser extremamente vulneráveis. Elas não têm para onde ir e se seu habitat é destruído, digamos, então, elas se vão.

     O componente humano desta história - o fato de que parecemos ser responsáveis pela sexta extinção - quais são algumas das melhores evidências para nosso envolvimento?

     Eu não acho que haja qualquer disputa de que somos responsáveis pelas elevadas taxas de extinção que vemos agora. Há poucas, se alguma, extinções que conhecemos nos últimos 100 anos que teriam ocorrido sem a atividade humana. Eu nunca ouvi alguém argumentar, "oh, taxas de extinção, isso é apenas uma coisa natural que teria acontecido com ou sem humanos." É simplesmente impossível discutir isso.

     Se estamos puxando o gatilho, com que carregamos a arma?

     Existem milhares e milhares de artigos científicos que foram escritos sobre isso. Nós a carregamos simplesmente caçando. Trouxemos espécies invasoras. Estamos agora mudando o clima, muito, muito rapidamente, por padrões geológicos. Estamos mudando a química de todos os oceanos. Estamos mudando a superfície do planeta. Cortamos florestas, plantamos a agricultura monocultura, o que não é bom para muitas espécies. Fazemos sobrepesca. A lista continua.

     Não há escassez de projéteis. Temos um arsenal muito grande agora. 

     Ainda é possível para nós abrandar a perda de vidas?

     Todas as maneiras pelas quais estamos mudando o planeta que acabamos de discutir - em cada caso, eu poderia apontar o valor de uma biblioteca de relatórios sugerindo como poderíamos fazer as coisas de uma forma melhor. Basta pegar as zonas mortas no oceano como um pequeno exemplo. Poderíamos mudar os regimes de fertilizantes de todos os tipos de formas. Nós despejamos nitrogênio em campos no Centro-Oeste dos Estados Unidos e o fertilizante corre pelo Mississippi e no Golfo do México, e isso causa essas zonas mortas.

     O tipo de questão fundamental é: podem 7,3 – ou 8, ou 9 bilhões de pessoas - viver neste planeta com todas as espécies que ainda estão por aqui? Ou estamos em um curso de colisão, em parte porque consumimos um monte de recursos que outras criaturas também gostariam de consumir? Essa é uma pergunta que não posso responder.

     Quanto tempo o planeta levou para se recuperar das outras cinco extinções em massa?

     Para chegar ao nível anterior de biodiversidade, parece levar vários milhões de anos. Portanto, é possível que, a partir de agora, os seres humanos possam nunca realmente viver em um mundo que não esteja em algum estado de recuperação de um grande evento de extinção, se não no meio de um.

Então, é possível que a partir de agora, os seres humanos possam nunca realmente viver em um mundo que não esteja em algum estado de recuperação de um grande evento de extinção, se não no meio de um.

     Sim. Se você der às espécies de vertebrados (e nós somos outra espécie de vertebrados) uma vida média de um milhão de anos, e você disser que os seres humanos estão em 200 mil anos em seus milhões de anos, e você precipitar uma extinção em massa - mesmo deixando de lado a questão de saber se os seres humanos serão vítimas de sua própria extinção em massa - você não pode esperar que a mesma espécie esteja por perto no momento em que o planeta se recuperar.

     Essa é uma pergunta interessante que você acabou de mencionar - será que os seres humanos serão vítimas de sua própria extinção em massa?

     Eu não quero afirmar que não podemos sobreviver à perda de muitas, muitas espécies. Nós já provamos que podemos. Somos muito flexíveis. Mas eu acho que o resultado é algo que você não gostaria de descobrir.

     Há duas perguntas que surgem: Uma é: OK, apenas porque nós sobrevivemos à perda de X número de espécies, podemos nos manter na mesma trajetória, ou nós eventualmente ponderamos os sistemas que mantêm os povos vivos? Essa é uma pergunta muito grande e incrivelmente séria.

     E depois há outra pergunta. Mesmo que nós possamos sobreviver, é esse o mundo onde se quer viver? É esse o mundo que você quer que todas as futuras gerações de seres humanos vivam? Essa é uma pergunta diferente. Mas ambas são extremamente sérias. Eu diria que elas realmente não poderiam ser mais grave.

Publicado em 23 de junho de 2015.


ANIMAIS

MEIO AMBIENTE

 

Comentário:

 

     Estamos vivendo num mundo maquiavélico onde todos querem destruir o planeta. A sociedade já não é mais coletiva e harmoniosa, hoje, a sociedade é individualista e egoísta. A sociedade egoísta é aquela que não se importa com o meio ambiente e nem com as consequências da poluição ambiental, tudo gira em torno de cada indivíduo, que o mundo se exploda contanto que o indivíduo continue vivo. É uma sociedade de um egocentrismo sem medir as consequências. O homem só vê a ele mesmo. É esse egocentrismo que vai exterminar a humanidade.

     A 6ª grande extinção já entrou no planeta e começou a mortandade dos animais e do homem. A 6ª onda de extinção está sendo consumado pelo próprio homem, com sua ambição desenfreada e desequilibrada, o homem está pensando só nele e sua sobrevivência e na usura dos lícitos e ilícitos.

     Veja o que o homem está fazendo com o planeta:

1 – Incendiando as florestas do planeta em todos os continentes;

2 – Exterminando os animais silvestres e promovendo o desequilíbrio da cadeia alimentar;

3 – Poluindo o ar, a terra, as águas. O ar está cada dia mais insuportável nas megalópoles para se viver e o resultado para população são as doenças, tudo por causa dos combustíveis fósseis que as indústrias e os veículos usam de maneira indiscriminada e o desmatamento aumenta o aquecimento global. A terra está contaminada com venenos agrícolas e industriais. As águas estão poluídas com: os lixos, plásticos e esgotos das cidades, estão contaminados com venenos dos garimpos, mineradoras internacionais, agropecuárias, petróleos, etc. Tudo isso, jogados nos rios, lagos, mares e oceanos cujos alimentos aquáticos chegam ao homem com uma carga de contaminação letgal a médio ou a longo prazo.

4 – A população está se envenenando com alimentos tóxicos e cancerígenos, os industrializados. Os animais recebem doses altas de antibióticos, vacinas para crescimento e engorda sem falar nas vacinas contra doenças desses animais de exportação e consumo. É o caso das aves, bovinos, suínos, caprinos, etc.

5 – O ser humano não se dá conta de que está destruindo o planeta e se autodestruindo com o crescimento da natalidade humana de maneira desenfreada e irresponsável que está causando o desmatamento e os incêndios nas florestas para comportar o crescimento urbano e a ganância dos grileiros, garimpeiros, ruralistas e políticos todos querendo dinheiro à custa da miséria ambiental. O mundo sem florestas e sem habitats silvestres é a sentença de morte para humanidade.

     Pelo visto o homem está perdido no meio do seu próprio labirinto, e não sabe como sair ileso daquele local. A morte está chegando e o extermínio da humanidade e de todos os seres vivos da Terra está bem próximo e o homem não está apercebendo os perigos que os cercam. A humanidade está: muda, surda, cega e louca.

 

Ernani Serra

 

Pensamento: O cego é aquele que não quer ver. A destruição é aquele que não quer resolver os problemas. São os ineptos, ociosos e preguiçosos.

 

Ernani Serra

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

 

             


Grande extinção em marcha. O declínio da vida selvagem

 

     Nos últimos 50 anos, o número de animais selvagens diminuiu de duas terças partes. Na América do Sul e Caribe a perda foi de 94%. Essa perda acelera a cada ano, com graves consequências para a biodiversidade. A causa é a excessiva exploração dos recursos naturais do planeta por parte do homem. Ainda haverá tempo para recuperar o que foi destruído?

23 de setembro de 2020, 10:38 h Atualizado em 23 de setembro de 2020, 12:13

Por: Equipe Oásis

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     Área desflorestada na Amazônia brasileira. As queimadas eliminam as árvores e os animais, tornando a terra livre para a agricultura intensiva e a pecuária.

     As populações globais de animais selvagens – mamíferos, pássaros, anfíbios e peixes – despencaram em mais de dois terços em menos de 50 anos devido à superexploração humana do planeta. É o que emerge do Índice Planeta Vivo (Living Planet Report 2020), publicado pela WWF em colaboração com a Zoological Society of London. De acordo com o estudo, as atividades humanas degradaram gravemente três quartos da terra e 40% dos oceanos, e essa rápida destruição da natureza pode ter consequências incalculáveis para a nossa saúde e os meios de subsistência.

     De acordo com o Índice Planeta Vivo, que mede o estado de saúde da biodiversidade global a partir das tendências demográficas de quase 5 mil espécies de vertebrados, o aumento do desmatamento e a expansão agrícola foram os principais fatores que causaram um declínio médio de 68% das populações de vertebrados entre 1970 e 2016. “Trata-se de uma diminuição acelerada”, afirma Marco Lambertini, diretor-geral do WWF Internacional, “que monitoramos há 30 anos e que continua a se desenvolver na direção errada. Em 2016, documentamos um declínio de 60% na biodiversidade, agora alcançamos um declínio de 70%. Tudo isso em um piscar de olhos, em comparação com os milhões de anos que muitas espécies viveram no planeta”.  E a cereja do bolo, a perda contínua de habitat natural – diz o relatório – aumenta o risco de futuras pandemias, à medida que as oportunidades de encontros entre humanos e animais selvagens portadores de patógenos completamente desconhecidos (como o coronavírus SARS) se multiplicam.

     As perdas de biodiversidade nos últimos 50 anos nas regiões do planeta, segundo o Living Planet Index:

América do Sul e Caribe: 94%

América do Norte: 33%

África: 65%

Ásia e Oceania: 45%

Europa: 24%

     Perdas irreparáveis

     Enquanto até 1970 a pegada ecológica da humanidade era menor do que a capacidade da Terra de regenerar recursos, agora, devido ao crescimento econômico sem precedentes dos últimos 50 anos, apoiado por uma explosão no consumo global de recursos naturais, calculou-se que a cada ano usamos uma vez e meia a capacidade do planeta. Uma proporção, portanto, completamente insustentável.

     São muitas as causas ligadas à perda de animais silvestres, a começar pela poluição e a intrusão de espécies invasoras (importadas mais ou menos inconscientemente ou migradas devido às alterações climáticas), mas o fator de perda mais importante é a mudança no uso e no manejo da terra: em muitos países do mundo, frequentemente os mais ricos em biodiversidade – e este é o caso do Brasil – tornou-se a norma para as indústrias agrícolas converter florestas e pastagens em fazendas agrícolas. Isso tem um grande impacto sobre as espécies selvagens, que perdem seus ambientes naturais. Além disso, a consequência direta desta expansão da agricultura é que três quartos da água doce disponível ao homem são usados para a produção de alimentos – muitos deles nem mesmo destinados diretamente ao consumo humano, mas reservados para o gado.

     Desastre nos oceanos

     O quadro é igualmente desastroso nos oceanos, onde os estoques de peixes são retirados para além de todos os limites. O relatório do WWF é acompanhado por um estudo, realizado por pesquisadores de mais de 40 ONGs e instituições acadêmicas e publicado na revista Nature ( Nature ), que delineia os elementos de uma estratégia integrada para tentar travar e talvez até reverter a corrida para a perda de biodiversidade.       Entre outras coisas, a pesquisa sugere a necessidade de reduzir o desperdício de alimentos e promover dietas mais ecológicas. Só assim, dizem os pesquisadores, a curva de degradação poderia ser mudada para melhor: junto com os esforços radicais de conservação, essas medidas dariam uma contribuição importante para o controle do problema. Mas, como David Leclère, o primeiro signatário do estudo, aponta, “temos que agir agora! As taxas de recuperação da biodiversidade são normalmente muito mais lentas do que as da perda recente de biodiversidade. Isso implica que qualquer atraso na ação levará a novas perdas de biodiversidade que podem levar décadas para se recuperar”.

 

     Comentário:

     É triste ver o homem trocar as vidas por coisas inanimadas como: riquezas minerais, dólares, terras, e outros valores criados pelo homem, enquanto as maiores riquezas dado por Deus do Universo estão sendo desvalorizadas pela humanidade. O homem se tornou num ser desprezível, monstruoso, que está destruindo as florestas pela ganância da sua autodestruição. Infelizmente, o homem caminha para o cadafalso e não está percebendo da sua sentença dada por Deus pelos seus crimes contra tudo e todos.

     Esses imbecis que estão no poder e não enxergam um palmo diante do seu próprio nariz e pensam que são os deuses e todo poderosos do planeta, não vêm que sem as florestas não haverá agropecuária, nem agronegócio, nem urbanização, nem mineração, nada, porque com os desmatamentos e incêndios vão desaparecer os biomas e as áreas devastadas pelo fogo vão se tornar desertos, porque com o uso da agropecuária nessas terras vão causar a esterilidade do solo e sem a proteção vegetal as nascentes e os rios vão secar de maneira perene. Nem as mineradoras poderão funcionar sem a água dos rios. Vejam os garimpos estão destruindo e envenenando as águas e os animais aquáticos, que o próprio homem vai beber e comer, essa humanidade está virando uma vara comendo os seus próprios dejetos e um rebanho que está indo para o matadouro. Cada dia os mares, os rios, e toda hidrografia do planeta está poluída e envenenada, o ar, a terra, os alimentos,  também, e o homem ainda não se deu conta que está a cada dia numa câmara de gás esperando a sua morte.

     O homem quanto mais estuda e consegue tecnologias mais fica burro sem nenhuma visão do futuro que lhes aguardam no fundo do abismo negro.

     Se o homem tivesse visão não cometeria tantos erros contra a natureza e nem destruiria o paraíso que Deus lhes deu. Vão trocar a beleza das florestas com o árido deserto, estão trocando a fertilidade pela infertilidade. Estão trocando o aconchego do lar pela incerteza da vida. São uns asnos mesmos! Esses vagabundos estão destruindo vidas vegetais e animais pela ganância do papel moeda. Vai chegar o dia em que essa humanidade vai ter que comer papel moeda porque nem lixo vai ter para comer, e eu, gostaria de estar presente para ver a desgraça e o final desses imbecis arrogantes e destruidores do planeta Terra.

     Oh! Deus ilumina as mentes desses miseráveis antes que seja tarde demais para reverter essa situação caótica no meio ambiente, antes seja destruído o homem do que a natureza que foi criado por Ti e que, seja rápido antes que o cupim homem acabe com o planeta, casa de todos nós.  Não se preocupem que o que é do homem está guardado na Justiça Divina.

 

Ernani Serra

 

https://www.google.com/search?q=Floresa+pegando+fogo&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=Floresa+pegando+fogo&aqs=chrome..69i57j0l7.7772j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

https://www.google.com/search?rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&sxsrf=ALeKk02ljz7qq6JDH0z-q4bNn0LvwxBgCQ:1601486460365&source=univ&tbm=isch&q=Floresta+pegando+fogo&sa=X&ved=2ahUKEwj_ltT8sZHsAhUIHrkGHXEmBmgQ7Al6BAgJEDg&biw=1097&bih=535&dpr=1.75

 

 

Pensamento: Entre a destruição do planeta e o homem, opto pela destruição do homem.

 

Ernani Serra

 

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Queimadas no Pantanal: como uma região alagada pode pegar fogo?

Pantanal sofre com o maior incêndio dos últimos 22 anos

Pantanal agoniza com seca histórica, queimadas e morte de animais

Domingo Espetacular acompanha combate às queimadas na Amazônia

Fogo atinge área mais preservada do Pantanal

 

                    



DEMOLIDOR DO MEIO AMBIENTE


     O Brasil tem um ministro do meio ambiente Ricardo Salles que anda na contramão dos direitos e garantias ambientais. Ele está na pasta errada deveria estar na pasta de Demolidor Ambiental. Porque essa pasta ministerial tem a obrigação de proteger o meio ambiente e não de destruir a natureza.

     Esse ministro junto com o ministro Paulo Guedes e o presidente da República do Brasil Jair Messias Bolsonaro estão governando para os poderosos do poder econômico, financeiro internacional, nacionais e as multinacionais.

     Esse ministro em obediência ao governo federal está fazendo o que os neoliberais fazem em todos os países, entregar o poder político, econômico e financeiro aos estrangeiros com suas políticas de austeridades que levam os países as falências e o povo a miséria social.

     O governo deu carta branca aos ruralistas para desmatar e tocar fogo na floresta do Amazonas e no Pantanal Mato-grossense para abrir pastos para os gados de exportação e grandes áreas queimadas para o cultivo da agricultura de exportação. O Brasil quer ser a mãe de todas as mães, ou seja, quer matar a fome de todos os países do mundo só não quer matar a fome dos brasileiros. Estão vendendo o Brasil a varejo e em atacado e o povo perdendo sua soberania nacional. Esse governo está incorrendo na lei de Lesa a Pátria e nos crimes ambientais.

     Agora o governo federal em pleno acordo com o ministro do meio ambiente achou por bem acabar com as normas que protegiam manguezais e restingas para beneficiar a construção civil que vão lotear essas áreas e construir casas, prédios e edifícios. A natureza está pedindo socorro e não tem ninguém para socorrer nesse governo neoliberalista. O ministério do meio ambiente extinguiu as leis de licenciamento de irrigações, deixando os ruralistas livres e de agora em diante poderão usar as águas dos rios de maneira indiscriminada, a seu bel-prazer, prejudicando o fornecimento de água potável para as populações. Autorizou a incineração de resíduos de agrotóxicos que é nociva a saúde humana e ao meio ambiente, está dando carta branca aos ruralistas para se livrar dos restos dos agrotóxicos que foram usados na lavoura.

     Esse ministro e esse governo federal estão colocando o Brasil em risco de autodestruição ambiental, não estou vendo saída para as crises ambientais do Brasil, tem que parar com essa destruição para conseguir dólares nas exportações futuras. Só tem um jeito para punir esses crimes ambientais é um boicote mundial contra todos os produtos de exportação que está causando a destruição generalizada do meio ambiente. Esse ministro Paulo Guedes está desmontando o Brasil e o ministro Ricardo Salles está destruindo e incinerando o meio ambiente do país. Não vai ficar pedra sobre pedra. É preciso punir com rigor esse governo que quer afundar o Brasil e entregar aos EUA um Brasil de joelhos e submisso aos interesses internacionais.

 

Ernani Serra

 

http://web-resol.org/textos/co_incineracao_residuos_industriais.pdf

 

https://www.dw.com/pt-br/salles-revoga-regras-que-protegem-restingas-e-manguezais/a-55085830?maca=pt-BR-Facebook-sharing&fbclid=IwAR0t-MWqP4fa8v0NGxDIs6SUMs88JWGISpTN5Q0jlxvLKUhKMaPOh02aJkk

 

https://www.dw.com/pt-br/minera%C3%A7%C3%A3o-em-terras-ind%C3%ADgenas-pode-causar-preju%C3%ADzo-anual-de-us-5-bi-diz-estudo/a-55051409?maca=pt-BR-Facebook-sharing&fbclid=IwAR0SAoPRlUiHupcS7SgxM6X3epYJRG-JGD2IVKTFZ-nbjwr3TBAt3DdtbQ0

 

https://www.dw.com/pt-br/brasil-%C3%A9-l%C3%ADder-em-conflitos-socioambientais-na-amaz%C3%B4nia/a-55033933?maca=pt-BR-Facebook-sharing&fbclid=IwAR2q2ZfogIdpuIDlOXwHP3gz72IZ8IyNOqU-wbU9f2cSdVOU27JtrWb3n0E

 

https://www.dw.com/pt-br/no-pantanal-animais-que-sobrevivem-ao-fogo-enfrentam-fome/a-55023420?maca=pt-BR-Facebook-sharing&fbclid=IwAR3pENOe2BXAcQ_xj5M7avTjy3acOEo_1T0CUJOXfZAojNCcWoRCMC60sTc

 

https://www.dw.com/pt-br/em-reuni%C3%A3o-salles-tenta-passar-a-boiada/a-55075582?maca=pt-BR-Facebook-sharing&fbclid=IwAR0G7rc653ZQLaKM6WHdxATTyV3Jr3PHOUU0LNiFr8hntjeSJvwMmWq4l34

 

https://www.folhape.com.br/noticias/sob-protestos-salles-acaba-com-protecao-a-restingas-e-manguezais/156336/?fbclid=IwAR3GMqYyNwv_n405Vbb7tYQdP2l1kaZ364HrwAcJtLjc3onYMy2sLRRowAM

 

 

Pensamento: Quem não cuida do Brasil não merece viver nele.

 

Ernani Serra

 

domingo, 27 de setembro de 2020

 

                               



MALDIÇÃO VS PREMONIÇÃO


     Ninguém consegue fugir do seu carma do livre arbítrio, é o que vai acontecer com todos os dirigentes do Brasil e seus asseclas ruralistas que participaram dos crimes ambientais no Pantanal e no Amazonas, esses que participaram desses crimes, liberaram os demônios interiores e fizeram do meio ambiente os lugares infernais que estavam no subconsciente, suas ações (boas e más) têm reações que a eles voltam, com a mesma forma e intensidade, nesta vida.

     Não se preocupem não que o sofrimento e morte da fauna e flora florestais não vão ser inúteis, todas elas virão em dobro com muitos sofrimentos e os criminosos vão pagar no fogo do inferno que eles mesmos criaram para si próprios. Não pensem que o inferno é um lugar no tempo e no espaço, não é, esse inferno está dentro de cada um de nós, e vem através de doenças incuráveis com muitos sofrimentos até chegar a morte, ou através de acidentes que deixam paralíticos ou paraplégicos em cima de uma cama para o resto da vida. Vem também, através de remorsos que não deixam ter paz interior é um inferno psicológico eterno.

     Espero que todos os criminosos passivos e ativos queimem no fogo eterno de suas consciências abestadas e sintam na pele o sofrimento da fauna e flora. O Universo sabe dar o troco aos bandidos do meio ambiente é só esperar para ver. Que suas vidas sejam eternas de maldições e longevidades. A morte rápida não compensa os crimes cometidos contra a Natureza. Tem que pagar com juros e correções monetárias e em parcelas de juros compostos para queimar no infinito de suas células e na alma.

     Eles pensam que estão livres da justiça divina porque estão no poder e tem apoio internacional dos EUA, engano, a Natureza está no comando e preparando a fornalha para todos os criminosos ambientais. Esses demônios vão queimar no inferno de suas almas amaldiçoadas do mesmo jeito que queimou as vidas da fauna e flora das florestas.

     Eles trocaram a fauna e flora do Pantanal e do Amazonas por vantagens criminosas, foi um intercâmbio de propinas com o meio ambiente, para essa gente as vidas não têm nenhum valor enquanto as benesses das exportações estão em primeiro lugar. Os dólares é o Deus desses demônios e trituradores de vidas humanas, vegetais e animais.

     Se esses demônios não forem detidos em sua escalada de destruição do Brasil e não forem punidos pelos homens e por Deus, se esses monstros se saírem no bem bom, então vou deixar de acreditar em Deus e em tudo.

     Espero que os homens de boa vontade e honestos deixem de comprar todos os produtos de exportações (commodities) do Brasil, esse será o grande castigo divino pelos homens de bem aos criminosos e exijam que as autoridades e ruralistas reflorestem as florestas do Amazonas e do Pantanal com urgência e alimentem os animais que sobreviveram ao fogo evitando que morram de sede e fome. Os homens estão brincando com a natureza, quando ela der o troco será para destruir tudo e todos. Que todos os homens de boa vontade passem um calote no FMI e Banco Mundial para se livrar da escravidão financeira. Que não seja somente no Brasil toda a América do Sul está comprometido com o poder econômico e com a rede bancária internacional e todos, estão destruindo as florestas do Amazonas para beneficiar o poder econômico nacional e internacional e a rede bancária. Boicotes econômicos e financeiros na América do Sul também.

 

Ernani Serra

 

https://www.youtube.com/watch?v=ENZyAaV8tqg&feature=share&fbclid=IwAR1gIt5HZV4SOJF7_egaihUIfH0S7Stfda2RDzHCbMiuYL6S9NHHBubAj0U

 

https://renovamidia.com.br/papa-alerta-para-a-perigosa-situacao-da-amazonia/?fbclid=IwAR3y55HTs63ziCBz2ERJ5RafKWhnGv6tRi37BkH3_rzsg1pnzDXbZc4JBvU

 

https://oglobo.globo.com/economia/suecia-vai-rever-investimentos-de-seus-fundos-de-pensao-no-brasil-por-causa-da-amazonia-23907888?utm_source=WhatsApp&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar&fbclid=IwAR1-317ZVOqUgJR9XgLLcas2dshcPy6XhZbhwuP37yQcP7VBCiCcvbq2kIs

 

https://www.facebook.com/BispoMorcego/videos/1068707293553445

 

https://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2020/09/cnbb-cobra-punicao-culpados-recuperacao-pantanal-amazonia/

 

Pensamento: Quem faz o mal deve aprender a fazer o bem. Quem destrói deve aprender a construir.

 

Ernani Serra

 

 

 

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

 

            


MENTES OCULTAS = DESTRUIÇÃO MUNDIAL


     O mundo está sobgrave ameaça de autodestruição. Estão arquitetando armadilhas diabólicas contra a humanidade. São grupos poderosos que querem diminuir a população mundial e lucrar com esse ardil.

     Tentaram diminuir a população mundial com as: I e II Guerras Mundiais; mas a população conseguiu de novo chegar a explosão demográfica através da Ciência e das Tecnologias que ofereceram mais natalidade do que mortes.

     Incapacitados de fazerem guerras mundiais por causa do avanço bélico mundial e das bombas Nucleares continuaram com as guerras de guerrilhas urbanas em vários países do Terceiro Mundo e os Emergentes. Não sendo satisfatórios partiram para a guerra biológica que não está dando certo por causa da Ciência que está combatendo e o número de mortes não é suficiente para diminuir a população mundial.

     Então, chegaram a conclusão mais lógica que é através da destruição das florestas, dos desmatamentos e dos incêndios florestais em todos os Continentes que vão diminuir a população mundial.

     Muitos dirigentes políticos mundiais estão sendo manipulados para consentir nesses crimes ambientais com o incentivo ao dinheiro internacional através dos imensos campos devastados para criação do gado para o abate nacional e internacional e também, para a exportação em grande escala das agriculturas e do Agronegócio.

     Estão tocando fogo de maneira cascata e bem ordenado com a intenção de devastar não só o meio ambiente como causar a fome e a sede. Sem as florestas vai haver desertos e savanas e também não haverá água para as lavouras e as hidrelétricas vão parar. Querem provocar o caos social que por sua vez vai criar o desespero entre as populações mundiais e com isso, e por causa da fome, vão se digladiar entre si, com menos custos para o Estado, é quando a Ciência vai ficar impotente e o poder econômico vai se tornar a arma mundial contra todos os povos entre si, e se tornará o exterminador das sociedades mundiais. Essa é a III Guerra Mundial que não vai haver a utilização das bombas nucleares, vai ser a guerra mais barata do mundo e os magnatas vão usufruir dos lucros dessas guerrilhas urbanas através de armamentos entregues ao povo para que se extermine o mais breve possível.

     Com a fome e a sede virá a revolta popular e as doenças vão virar pandemias vão colocar a humanidade no xeque-mate: doenças, fome, e mortes, são os Cavaleiros do Apocalipse.

     Mas, não sabem esses demônios que estão arquitetando esses planos diabólicos com o desmatamento e as queimadas florestais que eles irão ser atingidos, eles pensam que vai haver outro lugar para os poderosos viver fora da Terra, puro engano, salve o paraíso terrestre enquanto é cedo.

     Se querem diminuir a população do mundo é só pedir o apoio da Ciência e das Tecnologias modernas para fazerem as operações de infertilidades, e usarem os medicamentos anticonceptivos de maneira mundial; e com o apoio da política mundial não criarem nenhuma lei que incentive a natalidade, temos que baixar essa explosão demográfica de maneira racional e não com técnicas suicidas e criminosas. Os governos atuais estão incentivando a população a praticarem atos de sabotagem e crimes contra a natureza. Tem que haver uma forte repressão aos crimes ambientais. Preservar a natureza é preservar a humanidade, sem ela, não haverá mais humanidade.

 

Ernani Serra

 

Pensamento: Que o homem volte a se tornar um animal racional. Tudo tem um preço e os criminosos vão pagar pelos seus crimes.

 

Ernani Serra

domingo, 20 de setembro de 2020

                                                   


PLANO DIABÓLICO


     O desmatamento e os incêndios criminosos perpetrado no Brasil foram a mando do amigo de Jair Bolsonaro, o presidente dos EUA, Donald Trump.

     Há muitas décadas que os EUA vêm interferindo na política do Brasil, só nestas últimas décadas com o aval dos presidentes da República Federativa do Brasil é que, houve o xeque-mate, quando a Dilma Rousseff recebeu as benesses dos banqueiros internacionais (FMI) e (Banco Mundial) e ficou conivente com os planos diabólicos dos banqueiros de destruir o Brasil, recebendo as verbas e aplicar pela metade e ficar tudo na sucata, jogou dinheiro no lixo. Foi um governo de faz de conta.

     Agora vem o amigo de Donald Trump, o Jair Messias Bolsonaro que vem participando dos planos diabólicos criados pelos banqueiros internacionais através das leis austeras implantadas pelo ministro Paulo Guedes contra o povo brasileiro. Faliu o patrimônio nacional e agora quer falir o poder aquisitivo do povo brasileiro. Os EUA estão deixando o Brasil de joelhos como um escravo serviçal sem eira nem beira. Os banqueiros internacionais vêm manipulando os políticos brasileiros para conseguir o seu intento, deixar o Brasil sem economia, sem finanças, e a mercê das multinacionais e privatizações estrangeiras dominando todo mercado nacional e também se apoderando das riquezas do solo e subsolo brasileiro.

     As Forças Armadas estão apoiando todo esse esquema de intervenção pacífica de Lesa a Pátria por parte da política nacional em prol da política internacional.

     Agora vem os interesses dos EUA com o apoio do governo federal brasileiro de desenvolver o Agronegócio (commodities) em grande escala de exportação e para isso, precisava de grandes espaços para os pastos (gados) e para a agricultura, tudo isso com o interesse dos EUA receber as parcelas dos empréstimos com juros compostos do FMI que o Bolsonaro já disse que não vai deixar de pagar.

     Então o Bolsonaro furtivamente deu a licença aos madeireiros de maneira indireta para desmatar a floresta Amazônica através dos desmontes dos órgãos de fiscalização e proteção ao meio ambiente. Os madeireiros se sentiram a vontade para cometer os seus crimes ambientais. Quando houve a gritaria internacional contra o desmatamento chegando até a Alemanha e a Noruega a ameaçar cortar as verbas bilionárias que enviavam para o Brasil para que conservassem a floresta de pé, só que, os EUA e o Bolsonaro queriam a floresta deitada e zerada. Ele viu que com o Agronegócio o Brasil ia ganhar mais do que os bilhões dados pela Alemanha e Noruega e não se importou de perder essa verba desses países estrangeiros.  Ao perder essa verba, então deu carta branca como vingança aos ruralistas para atearem fogo na floresta e conseguir em tempo recorde o desmatamento para o Agronegócio.

     Jair Bolsonaro foi cúmplice dessa catástrofe ambiental nas florestas, porque quando começaram os primeiros focos de incêndios o governo não fez nada, deixou correr frouxo, quando a mídia e os países estrangeiros começaram a se revoltar contra o governo brasileiro, foi então, que o presidente do Brasil depois de mais de quinze dias de fogo se alastrando foi que, mandou um grupo de militares do Exército para combater um fogo que se estendia a quilômetros, foi um faz de conta que estava combatendo o fogo. O presidente deu tanto apoio aos ruralistas que denominaram os seus crimes de Dia do Fogo, portanto houve cumplicidade governamental nesse crime contra a natureza e ninguém foi preso e não houve nenhuma punição ambiental.

     Se tivesse havido interesse em apagar os incêndios, o governo deveria ter combatido logo no início e não deixar o fogo ficar sem controle, agora o fogo está incinerando a vegetação seca que propicia o avanço do fogo mais rápido e matando os animais de maneira cruel, ou seja, o fogo está destruindo os biomas, estão querendo exterminar por completo toda fauna e flora da Amazônia e do Pantanal Mato-grossense e está cometendo um genocídio contra os povos ribeirinhos e as nações indígenas. Agora os incêndios já chegam a seis Estados da Federação: Rondônia, Roraima, Pará, Tocantins, Acre e Mato Grosso. Só quem pode apagar esse fogo é Deus, através de chuvas em todos esses Estados. É muito triste ver a natureza ser destruída dessa maneira tão bárbara. O Nero está com sua Lira dedilhando versos e músicas sobre os incêndios.

     O presidente Jair Bolsonaro ainda diz em bom tom que o Brasil está de parabéns na questão ambiental.

Bolsonaro minimiza incêndios em visita a Mato Grosso

Disse que acontecem todos os anos

‘Brasil é 1 exemplo para o mundo’

Recebeu homenagem do agronegócio.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 6ª feira (18.set.2020) que os incêndios ambientais na Amazônia e no Pantanal ocorrem “ao longo dos anos”. Para ele, as críticas que sofre em relação à questão ambiental favorecem os concorrentes do agronegócio brasileiro.

Nós estamos vendo alguns focos de incêndio acontecendo pelo Brasil.

Ricardo Salles defende aproveitar momento para “passar a boiada” e simplificar normas... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/videos/2020/05/23/salles-defende-aproveitar-momento-para-passar-a-boiada-e-simplificar-normas.htm?cmpid=copiaecola. O que o ministro Ricardo Sales disse: Se aproveitando da Pandemia vamos tocando fogo na floresta para o Agronegócio.

     São frases e orações sem noção da realidade ou quer fazer do povo de idiotas.

 

Ernani Serra

 

https://www.google.com/search?q=Miniareo+Sales+manda+os+bois+passarem&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=Miniareo+Sales+manda+os+bois+passarem&aqs=chrome..69i57j33.20005j1j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

https://www.poder360.com.br/governo/bolsonaro-minimiza-incendios-em-visita-ao-mato-grosso/

 

https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/08/24/governo-diz-que-quatro-estados-da-amazonia-ja-pediram-acao-das-forcas-armadas-no-combate-ao-fogo.ghtml

 

https://www.google.com/search?q=O+que+diz+Bolsonaro+sobre+os+inc%C3%AAndios&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=O+que+diz+Bolsonaro+sobre+os+inc%C3%AAndios&aqs=chrome..69i57j69i64l2.16837j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Pensamento: O homem vai morrer feito peixe pela boca, nos anzóis dos cifrões nacionais e estrangeiros.

 

Ernani Serra