contador ERNANI - CRONICAS E POESIAS E SONETOS

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quinta-feira, 5 de março de 2020




A FUTURA BANDEIRA DO BRASIL


     Davi Kopenawa: “Os garimpeiros, sem dúvida, vão matar os índios isolados na área Yanomani”
Líder Yanomani denuncia na ONU desmonte de políticas públicas do Governo Bolsonaro, invasão de seu território pelos garimpeiros e a situação crítica dos grupos isolados.

     Davi Kopenawa Yanomami no encontro de Lideranças Yanomami e Ye'kuana, realizado entre 20 e 23 de novembro de 2019 na Comunidade Watoriki, na Terra Indígena Yanomami. VICTOR MORIYAMA / ISA
     MAIS INFORMAÇÕES

     “Meu povo tem o direito de viver em paz e em boa saúde, porque ele vive em sua própria casa.  
     Na floresta estamos em casa! Os Brancos não podem destruir nossa casa, senão, tudo isso não vai terminar bem para o mundo”. Este foi o alerta do líder indígena Davi Kopenawa Yanomami, que participou nesta terça-feira de uma audiência na Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, onde deu seu testemunho sobre a invasão do território Yanomami pelos garimpeiros e a ameaça que isto representa aos grupos isolados Moxihatetea.
     A sessão, promovida pelo Instituto Socioambiental (ISA), pela Comissão Arns e pelo Conectas, denuncia a frágil situação dos povos indígenas em isolamento no Brasil, e riscos de etnocídio e genocídio destas populações. Um relatório do ISA, apresentado na audiência mostra que, em 2019, a derrubada da floresta nessas terras cresceu 113% no Brasil, sendo que na somatória de todas as Terras Indígenas (TIs), o aumento foi de 80%. Seis terras indígenas ―Ituna/Itatá, Kayapó, Munduruku, Uru-Eu-Wau-Wau, Yanomami e Zoró―, que possuem dez registros de povos indígenas isolados, estão listadas entre as treze TIs que respondem por 90% do desmatamento nesses territórios”, aponta o relatório.
    
     O desmonte das políticas públicas do Governo Jair Bolsonaro, como os “cortes de orçamento, perseguição a servidores, deslegitimação dos dados de desmatamento” estão entre as razões apontadas pelo relatório para o estímulo a invasões.
     Davi Kopenawa Yanomami, durante audiência da ONU em genebra, nesta terça-feira.    DIVULGAÇÃO/ISA

     Leia a íntegra do testemunho de Davi Kopenawa:
     As coisas estão assim. Agora os Brancos não vivem longe de nós. Eles não param de se aproximar. Na cidade de Boa Vista, eles se tornaram muito numerosos, vão aumentar sem trégua, e agora eles se exortam uns aos outros. Eles dizem: “Sim, vamos nos apoderar dos bens preciosos da terra dos Yanomami. Esses bens ainda não são mercadorias de verdade, mas são bens preciosos, escondidos no cascalho da terra. Nós vamos tomar essas riquezas, e ainda as árvores da floresta e vamos nos instalar nos Yanomami!”. É o que os Brancos dizem uns aos outros e é como eles se encorajam: ”Venham para Boa Vista! Eu, Governo de Roraima, vou lhes dar trabalho! Vocês não serão mais pobres!”. Estas são as palavras deles. Com elas querem trocar seu dinheiro e suas mercadorias. Assim os Brancos, todos eles, não param de fixar seu olhar sobre a nossa floresta para tentar se apoderar dela. Eles dizem: “Sim, nós vamos arrancar dinheiro da floresta. Os Yanomami não sabem de nada, portanto são nossas as riquezas”. É isso o que os Brancos falam ao encorajar seus trabalhadores a virem para a floresta. “Sim, podem ir! Não tenham medo! Os Yanomami parecem numerosos, mas nós é que somos, de verdade! Mesmo que eles flechem alguns de nós, ainda assim seremos ainda muito numerosos!”
     Dizendo dessas coisas todas é que eles aumentaram tanto e por toda a parte, na floresta, nos rios, nas terras altas. Eles querem o ouro.       O valor do ouro aumentou cada vez mais e eles aumentam sem cessar. Eles pensaram: “Sim, agora o valor do ouro está muito alto. Vamos todos para a terra Yanomami!”. É assim que eles adentraram a floresta por todos os lados, através dos rios, pelas trilhas, com seus aviões e helicópteros. É assim que as coisas estão hoje em dia. Eles abriram portas de entrada pelos rios e pelo ar. Eles desmataram para fazer pistas de aterrissagem por toda a parte. Também desmataram para fazer novas trilhas na floresta. Na bacia do Rio Apiaú, é por aí que eles chegam em grande número. Pelo rio Parimiú também. Eles já foram expulsos de lá, mas voltaram ainda mais numerosos! Há também uma outra trilha, que sobe ao longo do Rio Catrimani.
     Pela trilha do Rio Apiaú, eles se aproximaram do lugar onde vive o grupo isolado Moxihatetea. Nas nascentes do Rio Apiaú, onde vivem esses povos isolados, começaram a atacar e a destruir a floresta e seus rios. No início, eles trabalhavam com as mãos, mas agora usam máquinas. Descem as peças dessas máquinas de um helicóptero para, depois, montá-las ali mesmo. É assim. Os Moxihatetea estão vigilantes e desejam ficar longe dos Brancos. Eles não conhecem garimpeiros e não querem que se aproximem. Então já fugiram muitas vezes. Mas agora, não podem mais fugir.        Antes eles se refugiavam na floresta profunda, longe das trilhas, e lá ficavam em acampamentos provisórios, como quando estavam em expedições de caça, longe de casa. Os garimpeiros então começaram a roubar a comida dos roçados – a mandioca, as bananas, as canas de açúcar, quando as suas provisões de arroz, farinha e latas de conservas se esgotaram. Então os guerreiros Moxihatetea os atacaram com flechas, mas os garimpeiros mais violentos quiseram se vingar atirando com espingardas. É o que aconteceu com os Moxihatetea isolados, e eu acho isso muito errado.
     Então eles fugiram de novo subindo o rio, mas nessa direção também há garimpeiros instalados no Rio Catrimani, criando obstáculo. Os índios agora estão cercados. Por isso estou falando para defender os Moxihatetea. Mas eu não conheço as suas casas, assim como vocês também não conhecem. Eu só as vi do céu, do avião. Nunca os visitei a pé. Nunca nos falamos. É por isso que estou muito preocupado. Talvez em breve estarão exterminados. É o que eu acho. Os garimpeiros sem dúvida vão matá-los com suas espingardas e suas doenças, a sua malária, a sua pneumonia... Os indígenas não têm vacinas de proteção, vão todos desaparecer.
     E não há só eles na terra-floresta Yanomami.   Mais além, na região de Erico, vivem outros povos isolados. São como os Moxihatetea. E também, na outra margem do Rio Catrimani, a jusante, nas cabeceiras do Rio Xeriuini, há outros isolados. E ainda num afluente do Rio Arca, no centro. É por isso que lutamos por eles. Estamos muito inquietos pelo que possa lhes acontecer. Há outros isolados na floresta próxima dos Waimiri-Atroari e há outros em toda a Amazônia! Viviam assim há muito tempo e querem continuar assim! São eles que cuidam verdadeiramente da floresta. São os Moxihatetea e todos os povos isolados da Amazônia que ainda guardam a última floresta.    Mas os Brancos não sabem disso, porque eles não compreendem a língua desses povos. Os brancos apenas pensam: “O que eles estão fazendo aqui?”     E quando os Brancos chegam, são suas epidemias que chegam também com eles.
     É por isso que eu reflito: “O que acham os Grandes Homens [autoridades] dos brancos? Não querem nos deixar viver em paz e em boa saúde?   Eles nos detestam, de verdade?”. É evidente que nos consideram como inimigos, porque somos outras gentes, somos habitantes da floresta. Fomos criados na floresta da Amazônia, no Brasil, e por isso os Brancos não nos conhecem. Eles se contentam em atacar e destruir à vontade nossa floresta. Não é a terra deles mas eles declararam que lhe pertence. Eles pensam: “Essa floresta é nossa. Vamos arrancar o ouro do solo, cortar as suas árvores e vamos instalar aqui outros brancos que necessitam de terra, os criadores de gado, os colonos, e vamos então acabar com os Yanomami”. Não é só o que eles pensam, agora é até o que eles dizem mesmo!
     O novo presidente do Brasil, eu nem menciono o seu nome, nem digo para ele: “Como você é o presidente, você deveria nos proteger!”. Eu já conheço as palavras desse presidente: “Que venham todos os Brancos que queiram dinheiro, os criadores de gado, os madeireiros, os garimpeiros e os colonos também. Eu vou dar-lhes essa floresta, para acabar com todos os Yanomami, todos eles, e para que os Brancos se tornem os proprietários. É nossa terra e tudo bem! Assim é, eu sou o único senhor dessa terra!”. Essas são as suas palavras. Essas são as palavras daquele que se faz de grande homem no Brasil e se diz Presidente da República. É o que ele verdadeiramente diz: “Eu sou o dono dessa floresta, desses rios, desse subsolo, dos minérios, do ouro e das pedras preciosas! Tudo isso me pertence, então, vão lá buscar tudo e trazer para a cidade. Faremos tudo virar mercadoria!”.
     É o que os Brancos acham e é com essas palavras que destroem a floresta, desde sempre.   Mas, hoje, eles estão acabando com o pouco que resta. Eles já destruíram os nossas trilhas, sujaram os nossos rios, envenenaram os peixes, queimaram as árvores e os animais que caçamos. Eles nos matam também com as suas epidemias.    Alguns Brancos têm pena de nós, mas não os seus Grandes Homens, que dizem que nós somos animais. Eles dizem: “São macacos, porcos do mato!”. No entanto, são esses homens que não sabem pensar. Eles não sabem trabalhar na floresta, não conhecem seu poder de fertilidade në rope. Só ficam andando de um lado para o outro, destruindo. Eles só querem conhecer a floresta do alto de suas máquinas satélites, que saem das cidades e que olham de relance as árvores, as nossas casas, os rios, as colinas, a beleza da floresta. Depois disso eles chamam os outros: “Sim, venham pra cá. Nós todos do Brasil vamos tirar os bens preciosos! Nós vamos acumular tudo isso nas cidades! Nós vamos, de verdade, virar o Povo da Mercadoria! Não seremos mais pobres, vamos ter muitos bens!”. É o que eles dizem entre eles. Era isso que eu queria contar aqui. Essa gente é indiferente às palavras daqueles que defendem os Yanomami. Mesmo assim, envio essa mensagem.
     Gostaria que os Direitos Humanos da ONU pudessem olhar para nós e nos dar um apoio muito forte para que as autoridades do Brasil ―os políticos dos municípios, dos estados e da capital ―todos esses Brancos das cidades, nos respeitem e não nos molestem mais. Que eles compreendam e reconheçam os direitos dos seres humanos, assim como faz a ONU. Os Direitos Humanos da ONU são construídos para defender os que sofrem.   Então, eu gostaria que a ONU faça um bom trabalho, denunciando com muita força o que nos acontece, para que as autoridades do Brasil respeitem os Yanomami, os povos isolados e todos os povos ainda não reconhecidos.
     Meu povo tem o direito de viver em paz e em boa saúde, porque ele vive em sua própria casa. Na floresta estamos em casa! Os Brancos não podem destruir nossa casa, senão, tudo isso não vai terminar bem para o mundo. Cuidamos da floresta para todos, não só para os Yanomami e os povos isolados. Trabalhamos com os nossos xamãs, que conhecem bem essas coisas, que possuem uma sabedoria que tem contato com a terra. A ONU precisa falar com as autoridades do Brasil para retirar ―imediatamente― os garimpeiros que cercam os isolados e todos os outros em nossa floresta.

     Comentário:

     O governo de Jair Bolsonaro vai destruir os povos indígenas, a fauna e a flora da floresta do Amazonas, e todos os brasileiros e o mundo vão pagar por essa insanidade de ambição e poder desse presidente da República Federativa do Brasil que deseja entregar todas as riquezas do Brasil aos EUA e aos poderosos do poder econômico internacional.
     No passado, os EUA cometeu essa mesma insanidade contra os índios norte-americanos e conseguiram exterminar ou deixar alguns povos indígenas na miséria social.
     Aqui é diferente, aqui temos uma floresta fechada com árvores centenárias e que, vão cortar sem pena nem dó, um patrimônio nacional, para receber migalhas dos madeireiros que vão enriquecer com a destruição da floresta amazônica. É preciso que alguém tenha o poder de deter essa máquina de destruição ambiental que se chama Bolsonaro.  

Ernani Serra

Pensamento: A destruição do meio ambiente só trás um ambiente deserto.

Ernani Serra


domingo, 1 de março de 2020




Bolsonaro assina projeto que permite mineração em terras indígenas


     Promessa antiga do governo, texto prevê regulamentação do garimpo e da geração de energia em reservas. Presidente diz que "índios são tão brasileiros quanto nós" e que, se pudesse, confinaria ambientalistas na Amazônia.
    Garimpo ilegal nas terras dos indígenas Kayapó, no Pará, em foto de 2015
O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira (05/02) um projeto de lei para regulamentar a mineração e a geração de energia elétrica em reservas indígenas. A medida, que vem sendo estudada pelo governo desde o ano passado, é rechaçada por entidades indígenas e ambientalistas.
     O projeto de lei será agora analisado pelo Congresso Nacional, onde precisa ser aprovado pelo plenário da Câmara e do Senado, antes de ser sancionado pelo presidente.
     A assinatura do texto foi realizada durante uma cerimônia no Palácio do Planalto em comemoração aos 400 dias de Bolsonaro no poder. Em discurso, o presidente afirmou ser um "sonho" a liberação de reservas indígenas para a mineração, promessa antiga de seu governo.
     "Espero que esse sonho pelas mãos do Bento [Albuquerque, ministro de Minas e Energia] e dos votos dos parlamentares se concretize. O índio é um ser humano exatamente igual a nós. Tem coração, tem sentimento, tem alma, tem desejo, tem necessidades e é tão brasileiro quanto nós", afirmou Bolsonaro, ecoando uma posição controversa sobre povos indígenas.
     No mês passado, o mandatário foi acusado de discriminação por diferentes organizações indígenas devido a uma declaração semelhante. "Cada vez mais, o índio é um ser humano igual a nós. Então, vamos fazer com que o índio se integre à sociedade e seja realmente dono da sua terra indígena, isso é o que a gente quer aqui", dissera ele em janeiro.
     Nesta quarta-feira, antes do presidente, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também se pronunciou, comparando a medida com uma espécie de nova "Lei Áurea".
     "Pois hoje, presidente, com sua assinatura, será a libertação, ou seja, nós teremos a partir de agora a autonomia dos povos indígenas e sua liberdade de escolha. Será possível minerar, gerar energia, transmitir energia, exploração de petróleo e gás e cultivo das terras indígenas. Ou seja, será a Lei Áurea", declarou o ministro.
     A exploração de minérios em terras indígenas é uma possibilidade prevista pela Constituição de 1988, mas como nunca foi aprovada uma regra específica com critérios e procedimentos, é hoje uma prática ilegal no país. "Nunca é tarde para ser feliz, 30 anos depois", disse Bolsonaro.
     O projeto do governo visa regulamentar a exploração mineral e energética, como de petróleo e de gás, em reservas. As comunidades indígenas terão poder de veto para a atividade de garimpo, mas serão apenas consultadas previamente nos casos de exploração energética, que inclui a construção de hidrelétricas e termelétricas, por exemplo.
     O texto também permite que os próprios índios explorem economicamente suas terras por meio de atividades como agricultura, pecuária e turismo, atualmente vetadas nas reservas.
     Desde que Bolsonaro anunciou que seu governo estava se preparando para enviar o projeto de lei ao Congresso, ONGs e especialistas vêm criticando a medida de exploração econômica nas aldeias. O presidente chegou a ironizar ambientalistas nesta quarta-feira, afirmando que, se pudesse, confinaria esses ativistas na Amazônia para que parem de atrapalhar.
     "Vamos sofrer pressões dos ambientalistas? Ah, esse pessoal do meio ambiente, né? Se um dia eu puder, eu confino-os na Amazônia, já que eles gostam tanto do meio ambiente. E deixem de atrapalhar os amazônidas daqui de dentro das áreas urbanas", declarou.
     Entre as entidades indígenas contrárias à medida, está a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), representante de 180 povos de nove estados na Amazônia, que ocupam 98% da área de reservas indígenas no país.
     A Coiab diz ser contra a regulamentação da mineração, ainda que com autorização das comunidades afetadas e compensações financeiras. Mario Nicacio, do povo Wapichana, e vice-coordenador da Coiab, afirmou à DW Brasil no ano passado que, para a maioria dos povos indígenas, o aspecto econômico não é prioritário, mas sim os aspectos ambiental e cultural.
     "Já tivemos experiência com outros empreendimentos com compensações financeiras [como construção de hidrelétricas]. Vimos que não compensa a destruição de um rio, de uma serra, e coloca a vida dos povos indígenas em risco", disse.
EK/afp/efe/ots
     A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

                RAONI E A UNIÃO DOS INDÍGENAS
     Atendendo ao chamado de cacique Raoni, mais de 600 lideranças indígenas de 47 etnias, como os tapirapé se deslocaram pelo rio Xingu ou pelas estradas de terra até o local do encontro, de 12 a 17 de janeiro. A viagem de muitos indígenas até o local da reunião, Terra Indígena Capoto Jarina, Mato Grosso, foi apoiada com recursos recebidos de doadores internacionais.(DeutscheWelle)
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 Líderes indígenas dizem temer genocídio e apoiam cacique Raoni, atacado por Bolsonaro (Folha de São Paulo)


     Comentário
     O governo de Jair Bolsonaro está fazendo o mesmo que no passado fizeram com os índios, dividindo os povos, através do dinheiro e de promessas que não vão cumprir aos índios, mais uma vez, os índios serão enganados por este governo. Com a divisão de povos indígenas haverá o perigo de confronto entre essas mesmas etnias que vão se digladiar entre si, e com essa guerra, vão se tornar extintas como aconteceu no passado, os europeus conseguiram dividir as tribos que tomaram posição contrária umas contra as outras e lutaram contra o seu próprio povo e hoje estão extintas. É o que o Bolsonaro quer fazer com as tribos do Amazonas, já conseguiu o apoio de algumas tribos que estão do lado do governo em troca de quinquilharias, promessas e propinas, e vão ser jogadas umas contra as outras tribos que se oporem aos seus propósitos de extinguir a etnia indígena e implantar um império econômico internacional de destruição da floresta amazônica. As tribos estão sendo enganadas por este governo e devem se unir com o seu povo e não, com os homens brancos que só querem enganar e explorar os índios até a sua extinção. Se o governo conseguir invadir as terras indígenas haverá um genocídio, através da poluição dos rios e da extinção das árvores e os índios vão morrer envenenados, sem alimentos, sem água potável. É o fim desses povos aborígenes.

Ernani Serra


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

¿Por que a Amazônia é importante?

Ocupação da Amazônia



O DEMOLIDOR DA FLORESTA AMAZÔNICA


     O presidente Jair Bolsonaro está agindo de maneira inconsequente com relação ao desmatamento da floresta Amazônica, está avançando como um cupim esfomeado e; está levando o Brasil e o mundo a uma situação de desequilíbrio ambiental e a temperaturas elevadas. O homem está agindo como um insano sem se preocupar com as consequências dos seus atos contra a natureza.
     O presidente está sendo manipulado pelos interesses internacionais de ocupação e exploração das riquezas da floresta Amazônica. Vai se concretizar com o que já vinha sendo dito há muitos anos que a Amazônia pertencia aos EUA, e agora, com esse governo brasileiro xenófilo que só visa a queda da Amazonas para a ocupação dos empresários e agronegócios do poder econômico nacional e internacional, a Amazônia vai ser entregue aos EUA como o presidente já tinha dito ao repórter numa entrevista em vídeo.
     Nunca vi um presidente tão ingênuo e negligente que subestima a força de trabalho dos brasileiros e elogia os EUA como o salvador do Brasil, quando na verdade esse país como qualquer outro que venha invadir oficialmente o Brasil não está interessado nos problemas dos brasileiros e sim, na exploração das riquezas que vão levar e quando não tiver mais nada vão dar uma banana para todos aqui no Brasil.
     Eu não sei o que esse capitão aprendeu na AMAN, ou foi patriotismo (integralismo) ou a Academia das Agulhas Negras estão a serviço dos EUA para fazer uma lavagem cerebral nos estudantes a oficiais para idolatrar e amar os EUA, (traição de Lesa a Pátria).
     Já não achou pouco o desmatamento e as queimadas de milhares de hectares da floresta Amazônica provocadas intencionalmente pelos ruralistas com o aval do presidente da República Federativa do Brasil. Agora quer que Roraima e Amapá através de medida provisória 901 que vai ser tramitada no Congresso Nacional e que, se for aprovada serão uma grande destruição da floresta Amazônica. Essa medida provisória estipula um desmatamento de 50% das áreas florestais desses dois Estados brasileiros, vai ser uma grande farra para os madeireiros, grileiros, ruralistas etc. Essa farra vai dar panos para as mangas para que outros Estados brasileiros possam também desmatar na mesma proporção.
     Quem pode parar esse desvairado idólatra dos EUA.

Ernani Serra




Pensamento: Sem a floresta, sem água, sem alimento, sem nada, fome e miséria social.

Ernani Serra

sábado, 15 de fevereiro de 2020



QUEM SÃO OS PARASITAS?


     O que são parasitas humanos?
     Os parasitas são seres vivos que extraem de outros organismos os recursos necessários para a sua sobrevivência. Existem várias espécies destes seres que parasitam os seres humanos. Alguns são inofensivos, porém muitos causam doenças graves.
     Os parasitas humanos é a classe social que só sobrevive dos esforços dos outros (trabalhadores) são pessoas sem recursos próprios.
     Os parasitas inofensivos são aqueles que precisam do INSS para sobreviver: os aposentados, e os que vivem de benefícios daquele órgão estatal.
     Os parasitas ofensivos são aqueles que sugam o povo e os trabalhadores e vivem dessa classe social.
     São eles: o Estado (municípios e capitais), os banqueiros, as monarquias, as ditaduras e o capitalismo (democrático, republicano, etc).
     O Estado não tem recursos próprios e vivem a sugar a última gota de sangue dos trabalhadores e do povo em geral (através dos impostos e taxas) que esmagam as suas economias e seu poder aquisitivo.
     Os banqueiros é outra classe de parasita que não faz nada além de extorquir o povo através da rede bancária com impostos e taxas elevadíssimas deixando muita gente na inadimplência e com o nome sujo na praça. Essa classe não tem dó de ninguém: são frios, calculistas, só pensam em si mesmos, é a personalização do egoísmo e do egocentrismo no DNA dos banqueiros.
     As monarquias sempre foram um governo pomposo como verdadeiros pavões; viviam e vivem à custa do povo faminto e desnutrido extraindo tributos: em moedas, animais, e tudo que fosse útil ao reinado, isso no passado, no presente, vive à custa de uma compensação bilionária que o Estado paga para a sobrevivência dessa classe monárquica parasitária.
     As ditaduras é outro regime totalitário parasitário que só beneficia uma só pessoa, sua família e os capachos que os acompanham em sua jornada de extorsão e opressão ao povo.
     O capitalismo como o próprio nome diz, é um governo que explora o povo através da rede bancária e de impostos e taxas governamentais criadas para sugar o povo. Tem regimes capitalistas que o governo não faz nada além de extorquir o povo e passar a mão no dinheiro público sem nada fazer pelo bem estar da nação, esse é o pior dos parasitas; e tem os parasitas capitalistas bem melhores que empregam o dinheiro público em benefício do povo.
     O hospedeiro é sempre o povo que paga para os parasitas sociais viverem e sobreviverem muito bem e até como marajás. O hospedeiro vive anêmico de tanto sangue (impostos e taxas) que os parasitas os sugam.
     O ser humano tem a tendência de explorar o próprio homem. São esses parasitas que estão destruindo o planeta que antes de se tornar civilização era um paraíso para o homem primitivo, os parasitas foram se civilizando e tornaram esse paraíso num paraíso infernal.
     Os parasitas não se estão dando conta de que estão destruindo a natureza e que, cada dia o seu espaço se torna menor e quanto menor ficar mais fome, miséria e morte haverá nesse inferno.
     A natureza por sua vez faz justiça e se revolta contra as injustiças do homem. As catástrofes e tudo de ruim que está acontecendo na natureza são reflexas da má gestão do homem aqui na Terra. O homem está cavando a sua própria cova e não está percebendo. A ambição e o poder estão deixando os parasitas cegos.

Ernani Serra

Pensamento: Cegos são aqueles que têm olhos e não tem visão para enxergar.

Ernani Serra

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020



QUE PRESIDENTE É ESSE?


     O Bolsonaro é um presidente muito sistemático, ora diz uma coisa, ora diz outra coisa desfazendo da primeira, não pensa antes de falar e nem mede as consequências no que diz. Tem um temperamento explosivo que foge dos padrões diplomáticos, tem facilidade de perder o equilíbrio emocional principalmente com os repórteres e pessoas que contrariam as suas ações.
     Bolsonaro vem se comportando como uma pessoa da plebe que não tem nenhuma responsabilidade, foge da postura adequada de um presidente.
     O mal de Bolsonaro é não conhecer de economia e finanças e não ter amor pátrio.
     Foi o único presidente da República Federativa do Brasil que renegou a sua pátria quando disse em bom tom: “Amo os EUA”, quando deveria dizer que ama o Brasil; foi aqui que ele conseguiu ser deputado e presidente da República é aqui que vive muito bem com sua família. O que os EUA fez por ele? Nada, mesmo assim, ele se comporta como um impatriota dando continência a bandeira dos EUA. É uma pessoa que acha o Japão uma nação superior e o Brasil inferior, se o Brasil é um país subdesenvolvido ou atrasado é por causa de muitos presidentes que vem elogiando outros países e nada fazem pelo Brasil.
     Está influenciado pelo ministro da Economia Paulo Guedes que para ele é um Deus e que, só vêm os dólares e ao mesmo tempo jogam no lixo os dólares da reserva para baixar o dólar cambial, muito contraditório.
     Um presidente tem que ter postura adequada ao seu cargo que ocupa, se comportando como um gentleman, e não, com compostura inadequada ao cargo funcional. Já pensou um presidente dando banana de braço para os repórteres ou outro seu adversário político! Isso aconteceu, Bolsonaro deu uma banana de braço. Isso é adequado a um presidente? Bolsonaro xinga a mãe de repórteres, é apropriado? Ele se irrita facilmente e levanta a voz, é oportuno?
     O presidente Bolsonaro está perdendo a popularidade com o povo com relação ao seu projeto de lei 191 que invade o território indígena.
     Bolsonaro disse que o Greenpeace é um lixo e outras agressões como terroristas e que só faz atrapalhar a sua gestão.
     Bolsonaro está focado no desmatamento da Amazônia para entregar aos estrangeiros, e as multinacionais, e todas as riquezas do país através dos leilões e privatizações. Ele está vendo que existe uma reação contrária à exploração da Amazonas e sua intenção de entregar o Brasil aos EUA pela economia. Está preparando todo o seu ministério com oficiais das Forças Armadas para evitar possíveis surpresas. Se as Forças Armadas fossem nacionalistas, patrióticas e o presidente também, então, seria óbvio que garantisse a Segurança Nacional e a Soberania Nacional, mas estão todos a serviço dos EUA e do poder econômico internacional (USA). O povo e os índios é que vão sofrer as consequências da ambição desenfreada dos países estrangeiros na riqueza do Brasil e na conivência política brasileira em favor dos estrangeiros em nosso território.

Ernani Serra





Pensamento: Quem dá o que tem a pedir vem.

Dito popular

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Lei Federal libera venda de queijos mineiros no país

Lei Federal libera venda de queijos mineiros no país: Regulamentação de lei federal permite a venda do queijo
artesanal mineiro em outros estados.Agora o Governo Mineiro poderá emitir a liberação do comércio de queijos mineiros para fora do estado, cadastrando os produtores de queijos que estejam de acordo com as normas sanitárias vigentes, bem como as regras do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) que já está se mobilizando promover mudanças que o decreto do Selo Arte requer.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020





QUEREM EXTERMINAR OS POVOS INDÍGENAS


     Jair Bolsonaro está apresentando ao Congresso Nacional um Projeto de Lei que dá o direito a União de invadir o território indígena para favorecer os invasores internacionais através de leilões e privatizações entregando o solo indígena as mineradoras para explorarem as riquezas do solo e subsolo amazonense deixando uma devastação no meio ambiente e um perigo iminente das barragens como aconteceu em Minas Gerais na mineradora da VALE em Brumadinho e Mariana. Essas mineradoras só causam destruição e formam enormes crateras.
     O governo também quer entregar as terras indígenas para o conglomerado das hidrelétricas que também causam um grande estrago no meio ambiente, inclusive prejudicando a vida dos aborígenes com as inundações e desvios de cursos dos rios.
     O governo não vai permitir a presença dos garimpeiros pé de chinelo na região, vão doar às riquezas as empresas internacionais que operam com maquinário de alta precisão que também causam grande impacto destrutivo ao meio ambiente e  a contaminação das bacias hidrográficas com metais pesados.
     Esse governo não está interessado no bem estar desses índios, está enganando os silvícolas como sempre fez no passado e no presente com bugigangas, no momento o governo está emprenhando os índios pelo ouvido com estórias de civilização quando na verdade vão transformar esses índios em drogados, párias e mendigos. O futuro dessas nações aborígenes vai ser muito triste.
     Essa lei vai fazer com que homens brancos ataquem os índios como já vem fazendo para tomar as suas terras (grileiros) para lotear e urbanizar causando uma grande destruição com a presença do homem branco.
     Se a sociedade não se compadecer do destino cruel que estão planejando contra os índios, esse povo vai ser extinto pela crueldade e ambição do homem branco.
     Esse maquiavélico Projeto de Lei vai causar na região Norte, ou seja, no (Amazonas ou Pará), nos povos indígenas e no meio ambiente, três causas: Genocídio, Etnocídio e Ecocídio.
     É o fim da região e sua floresta, dos ecossistemas, das nascentes dos rios, e de todos os povos tribais que estejam em contato com o homem branco.
     O homem branco só trouxe desgraças para os povos indígenas e nesse governo os índios estão correndo grande perigo de serem exterminados por vários motivos: ambição, invasão das terras, desapropriação dos habitats silvícolas, fome, desmatamento, extermínio da flora e fauna da floresta Amazônica.
     Vai ser muito triste se os índios perderem as suas terras e a dignidade como seres humanos.
     Só tem um jeito para os índios se salvarem da presença do homem branco é voltar a ser selvagens e se embrenhar pela floresta e viver bem longe do contato dos que dizem serem civilizados. É melhor ser selvagem do que civilizado. O governo está querendo trazer os índios que estão na floresta para serem monitorados como num campo de concentração. Eles querem os índios sob o seu comando e vigiados. Deu terras aos índios e demarcaram o seu território, mas na verdade tudo pertence a União, os índios nada tem, foi uma Fake News para enganar os índios mais uma vez. Agora os índios estão sem eira nem beira e acuados como uma fera ferida. Digam ao homem branco, se essas terras não nos pertencem então vamos embora para bem longe da civilização, na floresta; como índios de verdade que foram e serão felizes. Não se prendam aos costumes da civilização que é perversa, voltem a serem criaturas puras e inocentes como foram no passado. Voltem a viver nus e com seus usos e costumes naturais sem os olhos do homem branco.

Ernani Serra








Pensamento: Os índios ao confiar no homem branco perderam suas terras e foram exterminados no passado e serão no futuro.

Ernani Serra



terça-feira, 4 de fevereiro de 2020



QUEDA DA URSS E DO BRASIL   



     Não existe mais o comunismo mundial, o comunismo acabou com a queda da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
    
     Os brasileiros estão sendo enganados com as siglas: PT, PCO (Partido da Causa Operária), Partido Comunista do Brasil, Partido Comunista Revolucionário, Partido Pátria Livre, Partido Comunista Marxista-Leninista do Brasil. Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),
Partido Comunista Brasileiro (PCB).
    
     Estão enganando o povo com todas essas e outras siglas famosas com nome de democracia etc.

    

     Se essas siglas fossem realmente comunistas as Forças Armadas e os EUA já teriam excluídas e perseguido todos os seus membros.
    
     Na verdade o que existe mesmo é uma farsa para camuflar a verdadeira ação criminosa contra o povo brasileiro.
    
     Todas as siglas partidárias sem nenhuma exceção estão coniventes com as regras dos banqueiros internacionais (FMI).
    
     O presidente Jair Bolsonaro colocou como ministro da economia o Paulo Guedes que é um banqueiro e está a serviço do FMI.
    
     Todas as ações de Bolsonaro estão sendo encaminhadas para a governança em favor do poder econômico nacional e internacional, e também para apoiar as ações dos banqueiros nacionais e internacionais. A maioria dos bancos no Brasil é multinacional.
    
     Todas as PECs e Leis que Bolsonaro assinou foram para esmagar o povo brasileiro em favor dos empresários estrangeiros, para facilitar a vida desses empresários em todos os sentidos: social, econômico, financeiro e trabalhista.
    
     Os trabalhadores brasileiros perderam todas as conquistas trabalhistas nesse governo de Bolsonaro que está afundando o Brasil socialmente.
    
     A Dilma e o PT, FHC e TEMER afundaram o país economicamente (patrimônio público) e financeiramente.
    
     Este governo atual está dando o golpe de misericórdia no povo brasileiro. É um xeque-mate total. O Brasil vai ficar do jeito que o diabo gosta, ou seja, os estrangeiros gostam.
    
     Esse governo está destruindo o poder aquisitivo do povo, através dos bancos que, estão explorando e massacrando o povo com juros e taxas absurdas sem nenhuma ação contrária do atual governo. Está conivente com as altas taxas e juros bancários.
    
     Está contra a Lava Jato que está apagada no cenário brasileiro, não se vê mais a quantidade de corruptos que a Lava Jato colocava na cadeia e trazia para o país bilhões de dólares. Como esse governo é um governo voltado para a cadeia de bancos, principalmente o FMI, então, a rede bancária internacional e os paraísos fiscais deve ter pressionado o Paulo Guedes que por sua vez, fez o mesmo com o Jair Bolsonaro para frear a perseguição aos grupos corruptos; eles preferem à corrupção a evasão de dólares dos banqueiros.
Os banqueiros internacionais lucram com a corrupção financeira.
    
     Está mais do que claro o desejo e o propósito do presidente Jair Bolsonaro no favorecimento aos estrangeiros e contra o povo nacional.
    
     Vejamos: Bolsonaro foi a favor dos ruralistas em elaborar uma lei a favor dos agrotóxicos; foi contra a Alemanha e a Noruega; foi a favor dos ruralistas na devastação e queimadas da floresta Amazônica; Está destruindo os ecossistemas e hidrografias do Brasil para beneficiar as mineradoras e está vendendo as riquezas do país aos estrangeiros a preço de banana; invadindo terras indígenas para favorecer: os garimpeiros, os grileiros, as mineradoras, as hidroelétricas, os madeireiros, os criadores de gado e agronegócios. Tudo isso contra o povo indígena.
     
     Tá mais do que notório que esse governo está comprometido com os banqueiros e o poder econômico e político internacional, deixando o povo a mercê desses intrusos; e ser ludibriado, esmagado por leis austeras que só dão poder aos estrangeiros no Brasil; onde está a Soberania Nacional?

Ernani Serra














Pensamento: Quando o governo governa para o poder a maioria do povo é que sofre as consequências.

Ernani Serra