contador ERNANI - CRONICAS E POESIAS E SONETOS

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sábado, 12 de setembro de 2020

 

                    




OS DEMÔNIOS ESTÃO SOLTOS  


     As devastações das florestas começaram com os madeireiros derrubando as árvores para vender no exterior. Depois vieram os ruralistas enviando os seus piões com galões de gasolina para incendiar  a floresta do Amazonas, tudo estrategicamente organizado que deram o nome do Dia do Fogo, infelizmente, o governo federal vem dando todo o apoio a esses bandidos que querem transformar a floresta do Amazonas num grande pasto para a pecuária e numa grande área de exportação para agricultura internacional (agronegócio).

     Em 10 de agosto de 2019, fazendeiros do entorno da BR-163 realizaram uma série de queimadas criminosas, no que ficou conhecido como o "Dia do Fogo". A ação coordenada fez o número de focos de calor aumentar cerca de 300% de um dia para o outro na principal cidade da região, Novo Progresso (PA)”.

     Sem falar nas mineradoras estrangeiras que estão de olho nas riquezas do solo e subsolo do Brasil. Esse governo vai vender a varejo todos os ativos que estão dando lucros ao país para deixar o Brasil incapacitado de lutar e reverter todas as negociatas com os empresários estrangeiros, o Brasil vai cair numa inflação galopante e ficar igual a Venezuela sem eira nem beira. Vão destruir o Brasil e os brasileiros.

     Essas queimadas criminosas fazem parte da estratégia governamental para deixar o país de joelhos, numa rendição total.

     O Amazonas e o Pantanal nunca em tempo algum pegou fogo e muito menos um fogo espontâneo com alegação de que o tempo está muito quente, ao contrário, todo esse fogo foi planejado e arquitetado para destruir a floresta Amazônica e o Pantanal Mato-grossense para beneficiar os grandes empresários internacionais.

     Essas mentes maquiavélicas e demoníacas começaram a articular essas manobras de destruição através dos banqueiros internacionais (FMI, Banco Mundial, etc.), com o aval e a conivência dos presidentes da República Federativa do Brasil.

     Hoje temos um governo de faz de contas que está combatendo o fogo mais não está, como pode combater um fogo tão grande em extensão com meia dúzia de bombeiros. O Pantanal vai se transformar numa savana.

     Abriram as portas do inferno e soltaram esses demônios que querem transformar o Brasil num inferno, onde eles sempre viveram nas chamas do inferno.

 

Ernani Serra

 

https://www.youtube.com/watch?v=4k0V9VZku-4

 

https://www.brasildefato.com.br/2020/08/10/dia-do-fogo-um-ano-depois-so-5-dos-culpados-foram-punidos#:~:text=Em%2010%20de%20agosto%20de,%2C%20Novo%20Progresso%20(PA).

 

https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/10/fazendeiros-e-empresarios-organizaram-dia-do-fogo-apontam-investigacoes.shtml

 

https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2020/09/12/policia-investiga-responsaveis-por-focos-de-incendio-que-deram-inicio-a-grandes-queimadas-no-pantanal-de-mt.ghtml

 

https://diarionline.com.br/?s=noticia&id=112410

 

https://www.youtube.com/watch?v=VUy6VC27He8

 

https://agronewsbrazil.com.br/incendios-no-pantanal-video-mostra-animais-mortos-e-outros-fugindo-do-incendio/

 

Pensamento: O Brasil está nas mãos dos demônios.

 

Ernani Serra

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

 

 





A HUMANIDADE ESTÁ CEGA, MUDA E SURDA
           

 

 

    As extinções de mamíferos estão acelerando para uma ‘segunda onda’ sem precedentes, alertam os cientistas.

Por

Pensar Contemporâneo

 8 de setembro de 2020

Cultura

Sociologia

 

     Para os olhos inocentes dos animais, o aparecimento de humanos no horizonte representa mais uma ameaça existencial do que a vasta reviravolta ambiental das mudanças climáticas anteriores até agora, sugere uma nova pesquisa.

     De acordo com um novo estudo, extinções de mamíferos que remontam a 126.000 anos atrás tiveram mais a ver com os impactos negativos da humanidade do que quaisquer fatores climáticos anteriores, que parecem prever extinções passadas não melhor do que o acaso.

     Pior ainda, os cálculos sugerem que este subproduto mortal da existência humana é um fenômeno que está se acelerando a velocidades nunca antes vistas na pré-história, com a morte de espécies de mamíferos calculada para atingir taxas ainda mais rápidas à medida que nos aproximamos do século 22.

     “Com base nas tendências atuais, prevemos para o futuro próximo uma escalada de taxas de magnitude sem precedentes”, explica a equipe de pesquisa , liderada pelo primeiro autor e biólogo computacional Tobias Andermann da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, em um novo artigo.

     Usando modelagem bayesiana , os pesquisadores procuraram avaliar estatisticamente se as extinções de espécies de mamíferos durante os últimos 126.000 anos – desde o início do Pleistoceno Superior – eram mais provavelmente atribuíveis a fatores antropogênicos ou climáticos.

     Nesse período, pelo menos 351 espécies de mamíferos foram extintas, embora cerca de 80 delas realmente tenham morrido apenas no último meio milênio, desde o ano 1500 EC.

     Com base nos novos cálculos, a equipe afirma que as taxas de extinção atuais são cerca de 1.700 vezes maiores do que no início do Pleistoceno Superior.

     Sob a nova taxa que vemos hoje, os pesquisadores dizem que poderíamos esperar ver o número conhecido de 351 extinções desde então se repetir em apenas mais 810 anos – considerando que levou 126.000 anos na primeira vez.

     Olhando para trás durante todo esse tempo, os dados sugerem que a maior causa hipotética de extinções passadas é a espécie humana, com a densidade populacional humana (como um único preditor) explicando os padrões de extinção de mamíferos com 96 por cento de precisão, enquanto a ocupação humana da terra prevê extinções com 97,1 por cento precisão.

     “Os preditores do clima, por outro lado, levam a valores de precisão muito baixos, como temperatura global com 63,6% de precisão … e a taxa de mudança de temperatura com 60,2% de precisão”, escrevem os autores .

     “Na realidade, as causas das extinções são mais complexas e não se espera que sejam totalmente dependentes de uma única variável. No entanto, nossos resultados mostram que o crescimento da população humana e os processos associados tiveram um forte efeito nas extinções de mamíferos, enquanto os padrões climáticos globais, como como o último máximo glacial, não deixa vestígios estatisticamente detectáveis ​​no registro de extinção. “

     Embora a equipe reconheça que tentar condensar fenômenos biológicos complexos como extinções em um único fator discernível é um exercício de simplificação excessiva, eles concluem que o impacto humano tem um poder preditivo substancial ao tentar atribuir a causalidade.

     Uma série de fatores antropogênicos podem estar envolvidos, pensam os pesquisadores, incluindo intensa pressão de caça, uso da terra, modificações no ecossistema e outros “efeitos em cascata que resultam do impacto humano no mundo natural”.

     O mais alarmante de tudo é quando os pesquisadores modelam como o futuro pode ser: antecipando até 558 extinções de novas espécies até o final deste século, ponto em que a taxa de extinções poderia ser até 30.000 vezes mais rápida do que era no início do Pleistoceno Superior.

     “Até o ano 2100, prevemos que todas as áreas do mundo terão entrado em uma segunda onda de extinções”, escrevem os pesquisadores , observando que em algumas partes do mundo a transição já é evidente.

     “Descobrimos que a Austrália e o Caribe em particular já entraram hoje na segunda onda de extinção com base nas extinções que ocorreram nas últimas décadas. Isso mostra que, embora nossas taxas futuras previstas e perdas de biodiversidade associadas sejam chocantemente altas, estão dentro de um alcance realista, uma vez que já podemos ver esses cenários futuros se manifestando em partes do mundo. “

     Dada a natureza altamente abstrata dessas simulações, nem todas essas previsões podem se tornar realidade. Afinal, essas são apenas estimativas baseadas em cálculos matemáticos.

     Mas até onde esses números horríveis são uma bola de cristal, não devemos demorar em agir de acordo com o que podemos ver dentro dela, dizem os pesquisadores, para evitar que essa realidade se materialize ainda mais.

     “Podemos salvar centenas de espécies da extinção com estratégias de conservação mais direcionadas e eficientes”, diz Andermann .

     “Mas para conseguir isso, precisamos aumentar nossa consciência coletiva sobre a escalada iminente da crise da biodiversidade e tomar medidas para combater esta emergência global. O tempo pressiona.”

     Os resultados são relatados na Science Advances / Créditos da imagem de capa: Pikist (domínio público).

 

     Comentário:

 

     O ser humano está se tornando um monstro insensível, sem empatia, desumano, um verdadeiro humanoide manipulado por outros humanoides superiores que controlam toda a sociedade e o mundo.

     O ser humano só está vendo os cifrões em sua mente ambiciosa, mesquinha, do tamanho de uma noz; que não vê a menos de um palmo de seu nariz parece que Deus encolheu e dessecou a massa encefálica do homem para chegar a Sua premonição do extermínio de todos os seres vivos pelos humanoides que têm o livre arbítrio de viver ou morrer. Até agora o homem está preferindo a morte através de seus atos e ações na natureza.

     Pelos cifrões o homem está destruindo as florestas com todos os seus biomas e desequilibrando a vida ambiental até chegar a extinção da fauna e flora (biomas). Já estamos no Brasil na segunda onda de extinção dos mamíferos através dos desmatamentos e incêndios criminosos: dos ruralistas, grilagens de terras, garimpos legais e ilegais, agropecuárias, hidrelétricas, invasão em terras indígenas, agronegócio, etc.

     Estes vírus humanoides continuam a se proliferar e causar danos ao planeta Terra, transformando o seu paraíso num inferno dantesco através da explosão demográfica irracional. Vai chegar o tempo em que, o papel moeda e toda riqueza mineral e material não vai ter nenhum valor, pois, a falta de alimentos e de água vai ser a maior riqueza que o homem já teve e vai ser irreversível. Não adianta procurar no espaço sideral outra casa porque não vai haver igual ao planeta Terra e vai ser impossível para os humanoides chegarem a esses planetas que têm condições de habitabilidades por se encontrarem a milhões de anos luzes da Terra.

     O homem vai pagar caro por todos os seus crimes contra a natureza e me parece que não está muito longe de tudo isso acontecer. O homem está acelerando a sua extinção no planeta Terra ou o homem cuida da sua casa agora enquanto é tempo ou será extinto com todos os seres que esses humanoides já destruíram.   Lembre-se, que vivemos numa corrente de vida em que todos os elos estão ligados uns aos outros, ao romper essa cadeia alimentar e de união estamos nos condenando a própria morte.

 

Ernani Serra

 

https://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/307264/estamos-perdendo-amazonia-para-o-crime-ambiental.htm?fbclid=IwAR1PK8WwUL8QBWELpxlVZBuuDnrMNL6KbpZrv-cdZ3ziExbEtU1A9kqY00c

 

https://reporterbrasil.org.br/2020/09/ninguem-quer-ver-de-perto-a-morte-que-o-fogo-traz-para-o-pantanal-eu-vi/?fbclid=IwAR1EuvT0kW_bsI2AypitsY3JuCnIaGuvxB0hi5VTFfCBi0ldMC6eAYPkWcA

 

https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2020/06/trafico-de-oncas-pintadas-pode-estar-associado-a-investimento-chines-na-america-do?fbclid=IwAR2HsEsTDsxcc7JFmXdeMwPRiNW0zwEh06CliXpmlsDwMFJTT-l1kiksyOc

 

https://conexaoplaneta.com.br/blog/fogo-se-espalha-pelo-pantanal-do-mt-e-atinge-parque-que-abriga-a-maior-concentracao-de-oncas-pintadas-no-mundo/?fbclid=IwAR2HsEsTDsxcc7JFmXdeMwPRiNW0zwEh06CliXpmlsDwMFJTT-l1kiksyOc

 

 

https://conexaoplaneta.com.br/blog/para-ajudar-a-salvar-a-amazonia-parlamento-europeu-pode-denunciar-brasil-ao-tribunal-penal-internacional/?fbclid=IwAR2HsEsTDsxcc7JFmXdeMwPRiNW0zwEh06CliXpmlsDwMFJTT-l1kiksyOc

 

https://deolhonosruralistas.com.br/2020/07/22/autorizacoes-para-desmatamento-na-bahia-incluem-gigante-da-celulose-e-fazendeiro-parricida/?fbclid=IwAR2HsEsTDsxcc7JFmXdeMwPRiNW0zwEh06CliXpmlsDwMFJTT-l1kiksyOc

 

https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2020/09/na-terra-de-mourao-garimpo-ilegal-opera-no-am-sob-vista-grossa-do-exercito.shtml?fbclid=IwAR2HsEsTDsxcc7JFmXdeMwPRiNW0zwEh06CliXpmlsDwMFJTT-l1kiksyOc

 

Pensamento: Tudo e todos estão ligados e dependentes a todos os seres vivos e até os inanimados, somos unos no planeta e no Universo. Não sobreviveremos sozinhos.

 

Ernani Serra

 

 

 

domingo, 30 de agosto de 2020


GOVERNO EXTERMINADOR E GENOCIDA

 

 

     Queimadas e desmatamento ameaçam povos indígenas isolados.

28 Agosto 2020

    

     O Informe Trinacional Queimadas e Desmatamento em Territórios com Registros de Povos Indígenas em Situação de Isolamento, divulgado ontem (26), faz um alerta sobre a ameaça que essas ações representam à sobrevivência dos povos isolados da Bolívia, do Brasil e do Paraguai, que habitam regiões da Amazônia, do Grande Chaco Americano e do Cerrado brasileiro.

     A reportagem é de Camila Boehm, publicada por Agência Brasil, 27-08-2020.

     “A perda territorial, causada pelo desmatamento e incêndios, causa deslocamento em busca de locais mais seguros, mas traz outros perigos: abordagem involuntária às populações vizinhas e possível contágio de doenças. A situação é ainda mais complicada pela presença da covid-19, uma pandemia cujo crescimento exponencial compromete seriamente a vida desses povos, a herança viva da América e da humanidade”, concluiu o documento.

     O informe resulta de iniciativa de mais de 20 organizações indígenas e da sociedade civil que integram o Grupo de Trabalho Internacional sobre os Povos Indígenas em Situação de Isolamento e Contato Inicial (GTI PIACI) e que representam essas três regiões, diante do aumento na incidência de incêndios florestais e na taxa de desmatamento no ano passado.

     Segundo o relatório, esse cenário começa a repetir-se em 2020, na medida em que as queimadas se estendem novamente pela Amazônia e pelo Grande Chaco Americano. A conclusão é que essa situação agrava a condição de extrema vulnerabilidade dos grupos isolados, porque os incêndios e o desmatamento destroem os territórios com os quais os povos têm dependência e são base de sua sobrevivência e de sua cultura.

Riscos

     Para o especialista regional em questões de Povos Indígenas em Isolamento, consultor da organização Land Is Life e autor principal do relatório, Antenor Vaz, há ações evidentes dos Estados-Nação em uma perspectiva de exterminar esses povos, diante do que chamou de falta de providência dos governos diante de alertas antecipados. Entre os problemas que avançam sobre os territórios dos povos isolados estão a ação do garimpo e de madeireiras ilegais, grilagem de terra, narcotráfico e construção de grandes empreendimentos.

     “Existe uma ausência não só de definição de políticas e implementação de políticas, mas também existe uma presença do estado por meio de um modelo de desenvolvimento, em que promovem a construção de hidrelétricas, o agronegócio, que avança sobre os territórios, queima e invade os territórios dos isolados. E existe uma ausência total do Estado para coibir as ações ilícitas”, declarou.

     Ele alerta para o risco de genocídio dos povos indígenas isolados. Segundo ele, o que caracteriza um genocídio é o extermínio deliberado, parcial ou total, de um grupo indígena, de uma etnia, de uma seção religiosa, seja ela qual for. “O que temos observado nos três países [do relatório] e podemos dizer, de maneira geral, dos sete países [da América do Sul] com povos indígenas isolados, é que esses povos dependem fundamentalmente do seu território. Se você impacta esse território, você está criando condições para que esses povos não sobrevivam”, advertiu.

     Outro resultado apresentado é que um elemento comum na origem do aumento das queimadas é a ação humana, impulsionada por situações como as práticas expansivas do agronegócio e da indústria extrativa – como a madeireira e a garimpeira. Essa situação, aliada à falta de marcos regulatórios efetivos para a proteção dos povos indígenas isolados, faz com que a situação deles seja cada vez mais precária, conforme avaliação no documento.

Dados

     Foram analisados 99 Territórios Indígenas (TI) com registros de povos indígenas em situação de isolamento (PIA, na sigla em inglês) nos três países, constatando-se em 2019 um aumento de focos de calor na ordem de 258% na Bolívia, 259% no Brasil e 185% no Paraguai, na comparação com 2018. Os focos de calor detectados nas 32 unidades de conservação (áreas protegidas) também com presença de PIA em 2019, subiram 744% na Bolívia, 347% no Brasil e 44.150% no Paraguai, na comparação com 2018.

     Para as análises, foram usados dados de fogo ativo – conhecidos também como focos de calor ou focos de queimada – de satélite do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Com base nesses dados, foram elaborados informes locais de incêndios pela Coordenação de Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) no Brasil, a Iniciativa Amotocodie (IA) no Paraguai, e a Central Indígena de Comunidades Tacana II do Rio Madre de Dios (CITRMD) na Bolívia.

     Com base nos dados da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram identificados 114 registros de presença de povos indígenas em situação de isolamento (PIA), incluindo confirmados, em estudo ou em informação. Destes, 81 estão em áreas protegidas (em terras indígenas ou em unidades de conservação) e foram considerados para este informe. Um total de 33 registros não estão em áreas legalmente delimitadas e, por isso, não foram avaliados.

Recomendações

     O documento propõe recomendações para a implementação de medidas de proteção desses povos e de seus territórios. Para as Casas Legislativas dos três países, recomenda-se que legislem sobre uma proposta de Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que resulte em um plano de prevenção e combate aos desmatamentos na Amazônia, no Grande Chaco e no Cerrado.

     Para a sociedade civil e Estados-Nações, a sugestão é que apoiem as iniciativas de povos indígenas com histórico de contato e suas organizações, fortalecendo, por exemplo, a formação de brigadas indígenas de combate e prevenção a incêndios, além de apoiar a autoproteção dos territórios. Em relação aos organismos multilaterais, pede-se uma atuação mais incisiva em relação aos Estados em uma perspectiva de combate a incêndios e destruição de territórios indígenas e unidades de conservação.

     Questionada sobre o alerta de ameaça de genocídio contra os povos indígenas isolados constante no relatório, a Fundação Nacional do Índio (Funai) disse, em nota, desconhecer o teor do documento citado e informou que, em parceria como Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo-Ibama), atua na execução de atividades de Manejo Integrado do Fogo (MIF) em terras indígenas, adotando atividades de prevenção e de combate a incêndios florestais nessas áreas.

     A Agência Brasil pediu posicionamento dos Ministérios do Meio Ambiente e da Justiça, que destinaram a demanda à Funai e ao Conselho da Amazônia da Vice-Presidência. A reportagem aguarda resposta do conselho.

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     Comentário:

 

     Esse governo não tem nenhuma empatia com a floresta, nem com os animais e muito menos com os povos indígenas, é destituído de humanidade, está se portando como um bárbaro. Está destruindo a floresta Amazônica como foi destruída a floresta Atlântica, só que, os problemas vão se agravar não só nacional como internacional.

     Está querendo expulsar os índios isolados através do desmatamento e do fogo criminoso na floresta para que se tornem mendigos nos centros urbanos. Sem a floresta não haverá caças e nem água para a sobrevivência dos índios e nem dos brancos ribeirinhos.

     Esse governo vai ficar na estória da maldição como ficou Nero, Esse governo não tem sensibilidade e nem sentimento humanitário em favor das vidas que estão sendo ceifadas pelo fogo no Amazonas. Esse governo só se importa com o mercado de commodities, agronegócios, pecuárias, capitais estrangeiros, etc. O povo que se exploda.

     Esse é o tipo de governo Neoliberal que defende a liberdade absoluta do capitalismo e da intervenção mínima do Estado. É um antipatriota que prefere entregar tudo e todos nas mãos dos estrangeiros e se tornar escravo desse sistema egoísta e egocentrista que é o capitalismo neoliberal.

     Esse governo é responsável pelo extermínio da floresta Amazônica incluindo a fauna, a flora e as nações indígenas, Está cometendo um ato de genocídio indireto contra os povos indígenas e contra a fauna e a flora. Está sendo conivente com os atos de barbárie.

     O governo detonou a maior bomba nuclear (Bomba do Tzar) no Amazonas destruindo toda a floresta Amazônica.

 

Ernani Serra

 

https://www.politize.c https://outraspalavras.net/outrasmidias/como-o-governo-sabota-ibama-e-acao-contra-o-garimpo/?fbclid=IwAR1pybu2smR5ox8lX6eV-AmGSZlVTY_Iwn5X9IjkYFmkjkcxaWbGZyNP5xkom.br/genocidio-o-que-e/

https://outraspalavras.net/outrasmidias/como-o-governo-sabota-ibama-e-acao-contra-o-garimpo/?fbclid=IwAR1pybu2smR5ox8lX6eV-AmGSZlVTY_Iwn5X9IjkYFmkjkcxaWbGZyNP5xk

https://www.metropoles.com/brasil/meio-ambiente-brasil/governo-suspende-acoes-contra-desmate-e-queimadas-na-amazonia-e-no-pantanal?fbclid=IwAR2sjwIZB97R6hPpQnHx9BKVEC4bNl88HsYWEzTsz94F1CnfCxBAJXckGbc

http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/602306-queimadas-e-desmatamento-ameacam-povos-indigenas-isolados?fbclid=IwAR1c_gozOcjIrHmuTiOL4ku9JoxYw3KtM9eCjf6zYQ2jtzD12oM80qsy1q4

https://www.youtube.com/watch?v=zDv-XPNOz2s&feature=share&fbclid=IwAR1ulutIK4eP8_Tdi-knwspXS6ul5TJpWfiL5egLDyrPsfeZw7SOw_8w_wg

https://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2020/08/governo-bolsonaro-bloqueia-recursos-para-combate-ao-desmatamento-e-queimadas-na-amazonio-e-pantanal/?fbclid=IwAR3pLsC-rcIJXPthRETihdUH6r2yJPW6qYz8Yv95g33nK14StKtcIV7-RZc

Pensamento: Governos genocidas são aqueles que destroem as florestas para destruir as vidas.

Ernani Serra

 

sábado, 29 de agosto de 2020

 

              


IPTU – LEI INCONSTITUCIONAL


     Quem elaborou a Constituição Federal foram grupos políticos com a intenção de arrecadar fundos para os municípios de maneira indevida através de impostos (IPTU, ITU, ITR, etc.) que deixa o contribuinte inadimplente ou sem o direito a propriedade.

     Alguns dos contribuintes não veem problema em priorizar outras contas e não pagar o IPTU 2020, por conta disso esse tributo é um dos principais responsáveis pela dívida ativa dos cidadãos. Deixar de pagar o imposto pode resultar em perda do imóvel na Justiça. ... Caso o morador perca o processo, o imóvel pode ir à leilão.

     Está mais do que claro que, as prefeituras do Brasil são as verdadeiras proprietárias dos terrenos e dos imóveis dos pseudos proprietários civis (contribuintes). São pseudos porque não são os verdadeiros donos de suas propriedades e sim, as prefeituras; se os proprietários civis (contribuintes) fossem donos jamais alguém poderia penhorar ou leiloar os seus imóveis ou terrenos.

     Esses impostos só deveriam ser cobrados uma só vez, no ato da compra do imóvel ou terreno, estão cobrando todos os anos de maneira indevida como se todos os anos o proprietário estivesse comprando os imóveis ou terrenos. As prefeituras não podem penhorar e nem se apoderar indevidamente dos imóveis residenciais das famílias, pois esses imóveis são inalienáveis e impenhoráveis conforme o texto abaixo:

     O imóvel utilizado como residência da família, portanto, é considerado como bem de família independentemente de qualquer registro prévio segundo a lei n. 8.009/90, sendo, pois, impenhorável, não respondendo por qualquer dívida, salvo as hipóteses previstas na referida lei.

     O bem de família nada mais é do que o imóvel utilizado como residência da entidade familiar, decorrente de casamento, união estável, entidade monoparental, ou entidade de outra origem, e é protegido por previsões legais específicas, em lei especial e no Código Civil. A impenhorabilidade é o elemento fundamental do instituto do bem de família, sendo o bem, via de regra, resguardado contra execução por dívidas. Na realidade jurídica nacional faz-se interpretação extensiva da proteção da moradia para atingir o imóvel onde reside pessoa solteira, separada ou viúva (vide súmula 364 do STJ1).

     Essas leis governamentais só são elaboradas para prejudicar o poder aquisitivo do povo brasileiro e só são executadas quando beneficiam o governo. Sempre há brechas para prejudicar o contribuinte e favorecer os governantes.

 

Ernani Serra

 

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Pensamento: Impostos são grilhões governamentais que submetem a população do Brasil.

 

Ernani Serra

 

 

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

 

                                                                           


BOMBA DO TZAR

 

     A bomba atômica soviética poderosa demais para ser lançada duas vezes.

Stephen Dowling. Da BBC Future.

·         29 novembro 2017.

     Na manhã de 30 de outubro de 1961, um bombardeiro Tupolev-95 decolou da base de Olenya, na península de Kola, no norte da então União Soviética.

     A aeronave era uma versão modificada da que entrara em serviço alguns anos antes: um monstro de quatro motores, imbuído da missão de carregar as bombas nucleares russas.

     A década anterior tinha registrado um enorme salto no programa bélico russo. URSS e EUA tinham lutado lado a lado na Segunda Guerra Mundial, mas o relacionamento esfriou nos anos seguintes, dando lugar à Guerra Fria.

     E a rivalidade com uma potência nuclear fez com que os soviéticos tivessem apenas uma opção - correr atrás do tempo perdido. E rápido. Testes e mais testes.

     Em 29 de agosto de 1949, os soviéticos testaram seu primeiro artefato nuclear, conhecido como "Joe 1" no Ocidente, nas estepes remotas do que hoje é o Cazaquistão. Usaram inteligência obtida junto ao programa atômico americano. Nos anos seguintes, houve testes e mais testes - 80 ao todo.

Apenas em 1958, os soviéticos testaram 36 bombas.

     Mas nada se comparava à que carregava o Tupolev-95. Uma enorme bomba, grande demais para caber no compartimento de carga da aeronave.

     O artefato tinha 8 metros de comprimento e 2,6 metros de diâmetro, pesando mais de 27 toneladas. E um formato cilíndrico bem similar ao de "Little Boy" e "Fat Man", as bombas despejadas pelos EUA sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, em 1945.

     A bomba soviética era conhecida por uma miríade de designações técnicas - Projeto 27000, Produto Código 202 e RDS-220. Destruidora de cidades.

     Mas tinha ficado mais conhecida como "A Bomba do Czar".

Era mais do que uma simples bomba. Era o resultado de uma tentativa de cientistas soviéticos de criar a mais potente bomba nuclear do mundo, com o aval do então premiê, Nikita Kruschev.

     Era uma destruidora de cidades, uma arma de último recurso.

     O Tupolev, pintado de branco para mitigar os efeitos do clarão da bomba, chegou perto de seu alvo, Nova Zemlya, um arquipélago esparsamente habitado no Mar de Barents.

     O piloto, o major Andrei Durnotsev, conduziu a aeronave até a Baía de Mityushikha, um campo de testes soviético, a uma altura de 10 mil metros.     Uma aeronave menor, um Tupolev-16, voava ao lado, pronto para filmar a explosão e monitorar a radiação no ar.

     Para que os dois aviões tivessem chance de escapar da explosão - e o cálculo era de que havia apenas 50% de chance disso -, a "Bomba do Czar" foi liberada com o auxílio de um paraquedas.

     A bomba iria descer devagar até uma altura pré-determinada (cerca de 3,9 mil metros) e detonar.   Naquele momento, os dois aviões deveriam estar a pelo menos 50 quilômetros dali, o que deveria ser distante o suficiente para que sobrevivessem.

     A bomba explodiu às 11h32m (no horário de Moscou). Criou uma bola de fogo de cinco milhas de largura e que podia ser vista de uma distância de 1 mil quilômetros. A nuvem em formato de cogumelo atingiu uma altura de 64 quilômetros e uma largura que chegou a 100 quilômetros. De longe, deve ter sido uma visão impressionante.

     Em Novaya Zemlya, porém, os efeitos foram catastróficos. Em Severny, a 55 quilômetros do epicentro da explosão, todas as casas foram destruídas. Em locais a centenas de quilômetros da zona de detonação, houve todo o tipo de danos - de janelas explodindo a casas desabando.  Comunicações por rádio sofreram interferência por mais de uma hora.

     Durnotsev escapou por um milagre: a onda de choque da bomba fez com que o Tupolev-95 perdesse mais de 1 mil metros de altitude antes que o piloto recuperasse o controle.

     Um cinegrafista que testemunhou a detonação fez um relato.

     "As nuvens sob a aeronave e à distância foram iluminadas por um clarão poderoso. O mar de luz se espalhou e fez com que até as nuvens ficassem transparentes. Naquele momento, a aeronave emergiu de duas camadas de nuvens e, abaixo, uma imensa e brilhante bola laranja estava emergindo. Era poderosa como Júpiter. Devagar e silenciosamente, ela crescia e parecia sugar a Terra".

     A bomba liberou uma quantidade inacreditável de energia, estimada por especialistas em algo em torno de 57 megatons - ou 57 milhões de toneladas de TNT. Isso equivale a mais de 1.500 vezes o poder destrutivo das bombas de Hiroshima e Nagasaki combinadas e 10 vezes mais poderoso que todas as munições usadas na Segunda Guerra Mundial.

     Sensores detectaram que a onda de choque da bomba deu três voltas ao mundo.

     Uma explosão desse quilate não poderia permanecer secreta por muito tempo. Os EUA, por exemplo, tinham um avião espião a apenas alguns milhares de quilômetros da zona de testes, equipado com um instrumento para detectar explosões nucleares. Dados coletados por essa aeronave foram usados por uma comissão internacional para calcular o poder da bomba soviética.

     Protestos internacionais logo surgiram, não apenas de Washington e do Reino Unido, mas também de vizinhos dos russos, como a Suécia. O único aspecto positivo foi que a detonação aérea evitou o contato com o solo e deixou uma quantidade surpreendentemente baixa de radiação.

     Isso poderia ter sido bem diferente. Uma mudança no design evitou que a "Bomba do Czar" fosse duas vezes mais poderosa.

     Um dos arquitetos deste formidável artefato foi um fisico soviético chamado Andrei Sakharov, um homem que posteriormente ficaria mais famoso por suas tentativas de livrar o mundo das mesmas armas que ele tentou criar. Sakharov era um veterano do programa atômico soviético e fez parte da equipe que construiu as primeiras bombas da URSS.

     Sakharov começou a trabalhar em um artefato do tipo "fissão-fusão-fissão", uma bomba que geraria mais energia a partir dos processos em seu núcleo.

     Para isso, deutério (um átomo instável de hidrogênio) era envolvido em uma camada de urânio enriquecido. O urânio capturaria nêutrons do deutério em ignição e iniciaria sua própria reação. Sakharov batizou o processo de "bolo de camadas".

     E essa descoberta permitiu que a URSS construísse sua primeira bomba de hidrogênio, um artefato muito mais poderoso que as bombas atômicas anteriores.

     Sakharov cumpriu a missão dada por Kruschev: construir a bomba mais poderosa de todas.

     Os soviéticos precisavam mostrar que poderiam ultrapassar os EUA na corrida armamentista, de acordo com Philip Coyle, ex-coordenador do programa de testes nucleares americanos durante a administração de Bill Clinton (1993-2000), e que passou 30 anos projetando armamentos deste tipo.

     "Os EUA estavam bem à frente por causa do trabalho feito para preparar as bombas de Hiroshima e Nagasaki. E realizaram uma série de testes antes mesmo de os soviéticos realizarem um único. Os soviéticos estavam tentando algo que mostrasse ao mundo que deviam ser temidos. A "Bomba do Czar" foi criada justamente para isso".

     O design original - uma bomba de três camadas, com o urânio separando cada estágio, teria um poder de 100 megatons. Os soviéticos nunca tinham testado nada com esse poder. Alguns cientistas simplesmente acharam que era demais.

     Era tanta potência que não havia garantia de que bomba não envolveria o norte da URSS em uma nuvem radioativa. Isso preocupava especialmente Sakharov.

     "Ele estava apreensivo com a quantidade de radiação que seria criada e os efeitos genéticos em gerações futuras", diz Frank von Hippel, físico e diretor de Assuntos Públicos e Internacionais na Universidade de Princeton (EUA).

     "Foi o início da jornada que o levou de projetista de armamentos a dissidente".

      Antes de a bomba ser testada, camadas de urânio foram substituídas por chumbo, o que diminuiu a intensidade da reação nuclear. Os soviéticos tinham construído uma arma tão poderosa que temiam testá-la em sua capacidade completa. E isso era apenas um dos problemas.

     Os Tupolev-95 tinham sido construídos para carregar armas muito mais leves. A "Bomba do Czar" era grande demais para ser colocada em um míssil e pesada demais para que as aeronaves chegassem ao alvo com combustível suficiente. E, se a bomba fosse poderosa o suficiente, a missão teria apenas de ida de qualquer jeito.

     Coyle, que hoje trabalha no Centro de Controle de Armas e Não-Proliferação, um centro de estudos baseado em Nova York, explica que mesmo armas nucleares podem ser poderosas demais. "É difícil encontrar um uso para ela, a não ser que você queria demolir cidades bem grandes. (A bomba) era grande demais para ser usada".

     Von Hippel concorda. "Essas bombas foram projetadas para você destruir o alvo mesmo se errasse por uma milha. Mas as coisas seguiram de maneira diferente - uma direção do aumento da precisão de mísseis e o uso de ogivas múltiplas".

     Havia ainda outros efeitos da "Bomba do Czar".   O teste tinha potência equivalente a 20% de todos os testes atmosféricos realizados antes e, segundo von Hippel, pode ter determinado o fim deste tipo de procedimento, em 1963. Von Hippel explica que Sakharov estava particularmente preocupado com a quantidade de carbono 14 radioativo liberado na atmosfera.

     "Isso foi mitigado por todo o carbono emitido por combustíveis fósseis na atmosfera, o que diluiu (o carbono radioativo)".

     Sakharov temia que uma bomba maior que a testada causasse um inverno nuclear global, espalhando lixo tóxico ao redor do planeta.

     O físico tornou-se um militante entusiasmado de uma convenção que em 1963 baniu parcialmente os testes nucleares. E se posicionou arduamente contra a proliferação nuclear. Ele foi gradualmente alijado pelo estado soviético e em 1975 recebeu o Premio Nobel da Paz.

     A "Bomba do Czar", aparentemente, teve outro tipo de efeito que o originalmente imaginado.

 

     Comentário:

     A Bomba do Czar foi uma aberração da Ciência Nuclear porque foi detonada sem saber dos seus efeitos e danos ao planeta Terra. Se tivessem detonado com a capacidade de 100 megatons poderia até ter aberto a Terra ao meio pela força da explosão.

     A Era Nuclear foi uma época de insensatez dos cientistas de ambos os lados (Soviéticos e Norte-americanos) numa corrida armamentista ocasionada pelo medo de ambas as partes.

     Nessa corrida maluca os países do primeiro mundo construíram as bombas: de Nêutron; a de Hidrogênio; a bomba atômica etc. Começaram a fazer experiências no solo, no subsolo, e nos oceanos. Esses petardos nucleares causaram uma poluição radioativa no planeta e até deve ter conseguido aumentar o aquecimento global com a liberação desse calor na atmosfera, como também, acho que aumentou as rachaduras nas placas tectônicas e falhas geológicas da crosta terrestre. Foi a era da insanidade científica nuclear. O homem continua na corrida da sua autodestruição.

     O homem está transformando o planeta num planeta radioativo com os acúmulos de lixos atômicos sem saber como eliminar, pois esses lixos são o Calcanhar de Aquiles, é o problema máximo que é inextinguível e indestrutível, são conservados em contêiner e enterrados no solo e concretado para não escapar a radioatividade do lixo atômico na atmosfera ou no meio ambiente. Cada dia que passa o homem se enrola nas suas próprias teias e armadilhas.

 

Ernani Serra

 

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Pensamento:  O pensamento destruidor do homem está levando a sua própria destruição.

 

Ernani Serra