ROBÔS SEXUAIS ESTÃO SENDO FEITOS PARA SUBSTITUIR OS HOMENS
Sexo
com robôs sexuais vai se tornar prática comum até 2025, ultrapassando
mesmo sexo entre humanos, segundo o futurologista Ian Pearson. O relatório dele sobre o futuro do sexo
foi publicado em parceria com Bondara, uma das maiores lojas de brinquedos
sexuais do Reino Unido.
Em 2030 o sexo virtual vai se tornar tão casual como navegar por sites
pornográficos e, em 2035, muitos terão brinquedos que interagem com a realidade
virtual, de acordo com o relatório. Na verdade, grupos de alta renda poderiam
começar a usar algumas formas de sexo com robô já em 2025, antes da prática
ultrapassar o sexo entre seres humanos totalmente em 2050.
“Inicialmente, as pessoas vão achar que é difícil se adaptar a essa nova
atividade sexual, mas acabarão por se acostumarem com isso, assim como eles
abraçaram pornografia”, diz Pearson. “Quando as aparências de robôs melhorarem,
a opinião das pessoas também vai mudar”, acrescentou.
“Muitas pessoas ainda têm ressalvas sobre sexo com robôs, mas
gradualmente, à medida que se acostumarem a eles, como com o comportamento de
inteligência artificial e mecânica, além da melhora de
sensação, eles podem começar a se tornar amigos com laços emocionais
fortes. E a tendência é que algumas pessoas abracem o robô sexual, livre de
relacionamento, assim que eles podem pagar um, já em 2025. E ele não terá
muita chance de ultrapassar o sexo com os seres humanos, em geral, até 2050 “,
explicou Pearson.
Bizarro:
Robôs que fazem sexo ficam mais reais e até já respondem a carícias
Joe toca Anita, diz algumas palavras-chave
lidas de um cartão e pergunta: "O que acontece agora?". Ela é um robô
com feições humanas e responde: "O que você quiser". Eles fazem sexo.
A cena é da série
"Humans", do canal AMC, que teve a primeira temporada exibida neste
ano e imagina como as relações se complicarão quando robôs se tornarem produtos
acessíveis.
"Humans" não está assim
tão longe da realidade - ao menos na questão sexual, o que levanta polêmicas
sobre o uso máquinas "inteligentes" para o prazer.
A companhia americana True Companion
afirma ser a primeira do mundo a fornecer robôs sexuais. O modelo feminino
Roxxxy é vendido desde 2010 (também há uma versão masculina).
O aparelho movimenta a cabeça e fala
com o usuário ("Estou tão excitada", diz ela quando lhe tocam os
seios, de acordo com um vídeo de demonstração). Também pode ter aparência
customizada (o cliente escolhe suas características) e cinco opções de
personalidade pré-programadas (da mais comportada à ousada). Os orifícios têm
sensores e motores para permitir uma experiência mais realista. O preço: US$
7.000.
"Robôs nunca estão aborrecidos
e nunca trairão ou trarão doenças aos parceiros. O que nossos clientes querem é
amor incondicional", diz à Folha o fundador da companhia, Douglas Hines,
que não revela quantos robôs, feitos sob demanda, já vendeu.
A empresa Real Doll, também dos EUA,
trabalha em uma nova versão de suas bonecas realistas, que já tiveram 8.000
unidades vendidas, inclusive para o Brasil - eles também vendem uma versão masculina.
O objetivo é permitir que os
aparelhos, feitos em tamanho real de humanos, também respondam com expressões faciais
às carícias dos donos.
"Tivemos consumidores que se casaram com
suas bonecas, afirmando que elas salvaram suas vidas após a morte de um
parceiro ou o fim do relacionamento", disse a empresa à Folha, em nota.
´ROBOFILIA´
Nem todo mundo vê essas
"relações" com bons olhos. Em setembro, Kathleen Richardson,
pesquisadora de ética em robótica da Universidade De Montfort (Reino Unido),
lançou a campanha "Não Faça Sexo com Robôs".
Para ela, o tema está intimamente
ligado à transformação de pessoas em objetos - as máquinas, segundo ela,
reforçam os estereótipos e transformam as próprias pessoas em objetos.
"É perigoso organizar a
sociedade em volta da despersonalização de alguns, porque seus corpos atendem
aos desejos de outros usando mais poder e recursos", diz.
"Aqueles que promovem o sexo
com robôs estão dizendo às pessoas que seria igual a ter um relacionamento com
uma pessoa. É um absurdo: um robô só imita o comportamento humano."
O consultor em tecnologia britânico
Ian Pearson, que alardeia ter um índice de acerto de 85% em suas previsões para
o futuro, diz que é inevitável que, em algum tempo, transar com robôs seja tão
comum quanto com humanos, popularizando a "robofilia".
"Pessoas certamente irão se
apaixonar pelas máquinas e pela inteligência artificial – que pode, inclusive,
retribuir", afirma o pesquisador, autor de um estudo divulgado neste ano
sobre o assunto (leia mais abaixo).
Para ele, o diferencial das máquinas
será a customização e a interatividade, por meio da inteligência artificial.
Todo esse desenvolvimento terá
impacto na sociedade, levantando questões éticas. "De qualquer modo, não
acho que as pessoas vão parar de ter famílias por causa dos robôs. O que pode
acontecer é que uma pequena parcela da população, que não tem habilidades
sociais, se vicie nessa prática", afirma Pearson.
PREVISÕES PARA O SEXO NO FUTURO
2030
A maior parte das pessoas
vai fazer alguma forma de sexo usando realidade virtual – com a mesma
frequência com que se vê pornografia hoje. Com o desenvolvimento de lentes de
contato para a transmissão, a experiência será cada vez mais realista
2035
A maioria das pessoas terá seu
próprio brinquedo ou dispositivo de sexo (como vibradores) que interage com
realidade virtual. Com a ´Internet das coisas´, nosso sistema nervoso vai se
conectar diretamente à rede, nos permitindo experimentar sensações
2050
Começaremos a ver o sexo
com robôs se popularizar. Isso separará ainda mais o relacionamento amoroso do
sexo, tornando comum que parceiros transem com máquinas, sem que considere isso
uma traição.
Comentário:
A humanidade está se distanciando uns dos
outros e se promiscuindo com as máquinas robotizadas, ao ponto de se tornarem
iguais a essas invenções bizarras e paranóicas.
As pessoas estão perdendo a sensibilidade
do amor, da fraternidade, do aconchego, do carinho humano, trocando esse calor
humano pelos frios movimentos mecanizados de um robô seja ela a imagem de homem
ou mulher.
O homem está se afastando do amor para se
alinhar ao desejo frio do desamor num sentimento anormal com criaturas sem almas,
sem vidas, um relacionamento bizarro de pessoas anormais que perderam o juízo. No
futuro vamos ter novas doenças mentais sobre robofilias como já temos com: Uso
excessivo de celular; pedofilia, zoofilia, pornofilia, etc. Todos os vícios
geram uma doença crônica.
Parece até que o ser humano deixou de ser humana
para se tornar parte desses androides criados por seres que se acham os deuses
da Terra.
Estamos caminhando para o fim do mundo dos
seres vivos onde a criatura humana perdeu os seus valores morais e até a sua essência
divina de amar os seus semelhantes, o homem está se transformando em andróides frios
sem vidas. Isso tudo é uma verdadeira loucura, a humanidade está doente e
enlouquecendo é preciso de um internamento psiquiátrico global para ajeitar
essa percepção cerebral antes que seja tarde demais para corrigir essas
aberrações psicopatas.
Ernani Serra
Pensamentos: Quando o homem tende a amar um
andróide é preciso estar atento ao futuro da humanidade.
Ernani Serra