contador ERNANI - CRONICAS E POESIAS E SONETOS

quarta-feira, 13 de maio de 2026



A IA E O SUPOSTO GOLPE DE ESTADO

 

     O que chamam de Golpe de Estado não passou de uma baderna de um grupo desarmado e bagunceiro. Só quem pode dar um golpe no Brasil que é um verdadeiro continente é as Forças Armadas. Aquele grupo que atacou os prédios do governo não usaram armas foram baderneiros revoltados com a política nacional.

     Os eventos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília, frequentemente chamados de "atos golpistas" ou "intentona bolsonarista", são descritos de maneiras distintas, variando entre a caracterização como vandalismo grave e tentativa de subversão da ordem democrática.

     Aqui estão os pontos principais sobre o entendimento jurídico e os fatos relatados pelas investigações até 2026:

     Caracterização Jurídica:

     O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Ministério Público Federal (MPF) trataram o episódio como tentativa de Golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, conforme os artigos 359-L e 359-M do Código Penal.

     A PF concluiu que houve uma ação sistemática com o objetivo de depor o governo eleito.

     Ação e Danos: Houve invasão, vandalismo e destruição de patrimônio público no Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal e Palácio do Planalto. Relatórios indicaram prejuízo de R$ 21 milhões, com a destruição de obras de arte e documentos.

     Investigações e Prisões:

     Mais de 2.000 pessoas foram detidas inicialmente, com centenas de condenações confirmadas pelo STF, incluindo penas de até 17 anos por crimes como associação criminosa armada, dano qualificado e tentativa de golpe de estado.

     Envolvimento Militar e Político:

     As investigações da Polícia Federal (PF) apontaram falhas de segurança no Distrito Federal e indiciaram militares e políticos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, por envolvimento em um plano de ruptura institucional.

     Divergências:

     Alguns políticos e defensores dos detidos argumentam que os atos foram apenas vandalismo ou "baderna", negando a intenção ou a capacidade de um golpe de estado, destacando a ausência de armas de fogo por parte da maioria dos invasores e a presença de apoiadores pacíficos.

     As investigações e julgamentos sobre o nível de organização e a intenção golpista continuaram a se desdobrar, com o STF firmando entendimentos sobre a gravidade das ações contra a democracia.

 

 

     Talvez tudo isso esteja relacionado com o medo e o perigo de políticos militares junto as Forças Armadas derem um Golpe de Estado.

     As investigações oficiais indicam que o receio de uma ruptura institucional não era apenas abstrato, mas baseado em planos concretos que envolviam figuras políticas e militares de alta patente.

     Até maio de 2026, as apurações da Polícia Federal (PF) e os julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF) trouxeram detalhes sobre essa articulação:

     Indiciamento da Cúpula:

     Em novembro de 2024, a PF indiciou 37 pessoas por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

     Entre os indiciados estão o ex-presidente Jair Bolsonaro e generais de prestígio, como Braga Netto (ex-Casa Civil), Augusto Heleno (ex-GSI) e Paulo Sérgio Nogueira (ex-Defesa).

     Planos de "Kids Pretos":

     As investigações revelaram um núcleo operacional formado por militares de forças especiais, conhecidos como "kids pretos". Eles teriam planejado ações violentas, incluindo o assassinato do presidente eleito Lula, do vice Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes para impedir a posse.

     Divisão nas Forças Armadas:

     Depoimentos indicaram que houve pressão sobre os comandantes das Forças Armadas para aderirem ao golpe. Enquanto o Almirante Almir Garnier (Marinha) teria se mostrado favorável, outros comandantes, como o General Freire Gomes (Exército), resistiram à ideia.

     Consequências Militares:

     Em 2026, o Superior Tribunal Militar (STM) iniciou processos para avaliar a perda de patente e postos dos oficiais condenados pelo STF. Este tribunal analisa se a conduta desses militares os torna "indignos do oficialato".

     Lei da Dosimetria:

     Recentemente, em maio de 2026, o Congresso promulgou a "Lei da Dosimetria", que pode levar à revisão e redução das penas de alguns condenados, incluindo Bolsonaro, embora o STF ainda analise a constitucionalidade dessa norma. Portanto, o entendimento das instituições é que, além da "baderna" visível nos prédios, existia um planejamento subterrâneo visando uma intervenção militar que não se concretizou por falta de apoio institucional unânime das Forças Armadas.

 

Gemini vs Ernani

 

https://www.cnnbrasil.com.br/politica/8-de-janeiro-relatorio-da-pf-aponta-omissao-de-autoridades/

 

https://www.youtube.com/watch?v=0UIxyoLK_OY

 

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14197.htm

 

https://www.cnnbrasil.com.br/politica/8-de-janeiro-relatorio-da-pf-aponta-omissao-de-autoridades/

 

https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2026/03/10/militares-crise-stf-caso-master-salvar-patentes-condenados-8-janeiro.ghtml

 

https://www.youtube.com/watch?v=mCdK1WMWUeQ

 

https://www.youtube.com/watch?v=V4sRKoh7KL4

 

https://www.youtube.com/watch?v=mCdK1WMWUeQ

 

https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/defesa-de-bolsonaro-entra-com-novo-recurso-no-stf-para-anular-condenacao-por-tentativa-de-golpe,ea27f2c97e2a968c8284c2c013fe79a9f8fafshc.html

 

Pensamento: O mar golpea a rocha, a rocha resiste aos golpes do mar, mas o mar continua golpeando até quebrar a resistência da rocha.

 

Ernani Serra

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