O que chamam de Golpe de Estado não passou
de uma baderna de um grupo desarmado e bagunceiro. Só quem pode dar um golpe no
Brasil que é um verdadeiro continente é as Forças Armadas. Aquele grupo que
atacou os prédios do governo não usaram armas foram baderneiros revoltados com
a política nacional.
Os eventos de 8 de janeiro de 2023 em
Brasília, frequentemente chamados de "atos golpistas" ou
"intentona bolsonarista", são descritos de maneiras distintas,
variando entre a caracterização como vandalismo grave e tentativa de subversão
da ordem democrática.
Aqui estão os pontos principais sobre o
entendimento jurídico e os fatos relatados pelas investigações até 2026:
Caracterização Jurídica:
O Supremo Tribunal Federal (STF) e o
Ministério Público Federal (MPF) trataram o episódio como tentativa de Golpe de
Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, conforme os
artigos 359-L e 359-M do Código Penal.
A PF concluiu que houve uma ação
sistemática com o objetivo de depor o governo eleito.
Ação e Danos: Houve invasão, vandalismo e
destruição de patrimônio público no Congresso Nacional, Supremo Tribunal
Federal e Palácio do Planalto. Relatórios indicaram prejuízo de R$ 21 milhões,
com a destruição de obras de arte e documentos.
Investigações e Prisões:
Mais de 2.000 pessoas foram detidas
inicialmente, com centenas de condenações confirmadas pelo STF, incluindo penas
de até 17 anos por crimes como associação criminosa armada, dano qualificado e
tentativa de golpe de estado.
Envolvimento Militar e Político:
As investigações da Polícia Federal (PF)
apontaram falhas de segurança no Distrito Federal e indiciaram militares e
políticos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, por envolvimento em um
plano de ruptura institucional.
Divergências:
Alguns políticos e defensores dos detidos
argumentam que os atos foram apenas vandalismo ou "baderna", negando
a intenção ou a capacidade de um golpe de estado, destacando a ausência de
armas de fogo por parte da maioria dos invasores e a presença de apoiadores
pacíficos.
As investigações e julgamentos sobre o
nível de organização e a intenção golpista continuaram a se desdobrar, com o
STF firmando entendimentos sobre a gravidade das ações contra a democracia.
Talvez tudo isso esteja relacionado com o
medo e o perigo de políticos militares junto as Forças Armadas derem um Golpe
de Estado.
As investigações oficiais indicam que o
receio de uma ruptura institucional não era apenas abstrato, mas baseado em
planos concretos que envolviam figuras políticas e militares de alta patente.
Até maio de 2026, as apurações da Polícia
Federal (PF) e os julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF) trouxeram
detalhes sobre essa articulação:
Indiciamento da Cúpula:
Em novembro de 2024, a PF indiciou 37
pessoas por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado
Democrático de Direito.
Entre os indiciados estão o ex-presidente
Jair Bolsonaro e generais de prestígio, como Braga Netto (ex-Casa Civil),
Augusto Heleno (ex-GSI) e Paulo Sérgio Nogueira (ex-Defesa).
Planos de "Kids Pretos":
As investigações revelaram um núcleo
operacional formado por militares de forças especiais, conhecidos como
"kids pretos". Eles teriam planejado ações violentas, incluindo o
assassinato do presidente eleito Lula, do vice Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre
de Moraes para impedir a posse.
Divisão nas Forças Armadas:
Depoimentos indicaram que houve pressão
sobre os comandantes das Forças Armadas para aderirem ao golpe. Enquanto o
Almirante Almir Garnier (Marinha) teria se mostrado favorável, outros
comandantes, como o General Freire Gomes (Exército), resistiram à ideia.
Consequências Militares:
Em 2026, o Superior Tribunal Militar (STM)
iniciou processos para avaliar a perda de patente e postos dos oficiais
condenados pelo STF. Este tribunal analisa se a conduta desses militares os
torna "indignos do oficialato".
Lei da Dosimetria:
Recentemente, em maio de 2026, o Congresso
promulgou a "Lei da Dosimetria", que pode levar à revisão e redução
das penas de alguns condenados, incluindo Bolsonaro, embora o STF ainda analise
a constitucionalidade dessa norma. Portanto, o entendimento das instituições é
que, além da "baderna" visível nos prédios, existia um planejamento
subterrâneo visando uma intervenção militar que não se concretizou por falta de
apoio institucional unânime das Forças Armadas.
Gemini vs Ernani
https://www.cnnbrasil.com.br/politica/8-de-janeiro-relatorio-da-pf-aponta-omissao-de-autoridades/
https://www.youtube.com/watch?v=0UIxyoLK_OY
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14197.htm
https://www.cnnbrasil.com.br/politica/8-de-janeiro-relatorio-da-pf-aponta-omissao-de-autoridades/
https://www.youtube.com/watch?v=mCdK1WMWUeQ
https://www.youtube.com/watch?v=V4sRKoh7KL4
https://www.youtube.com/watch?v=mCdK1WMWUeQ
Pensamento: O
mar golpea a rocha, a rocha resiste aos golpes do mar, mas o mar continua
golpeando até quebrar a resistência da rocha.
Ernani Serra
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